sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Shalom. Parabéns Rabino por tocar no assunto. Também por denotar o real significado do que é falar em vão. Porém, graças à Torah e Tanach, o Tetragramaton Iehouah (Yehowah) respeitado, usado, amado e imposto se coloca como necessário entre sociedades judaicas, hebraicas, israelitas e aquelas que reconheçam estes fundamentos. A Torah Oral, O Talmude e mesmo A Halacha são valiosos e dignos de total atenção, porém seu grau de aplicação não pode se chocar com a Torah e Tanach, graças a isso o mundo judeu é diversificado. Mosheh é considerado o escritor humano de toda Torah, então registra o Tetragrama desde Genesis 2:4 em diante, nos labios de Chava e Avraham, Mãe Primordial e Pai de Povos, antes e depois da Brit Milah, antes e depois das promessas. Por sua vez o episódio da sarça ardente é uma confirmação de como apresentar aquele mesmo Elohim que supostamente era conhecido por um povo escravizado como seu então libertador. Isso se trata de Torah pela Torah, letra por letra. Adonai é exatamente referência de tratamento equivalente à "Senhor Meu" usado pela primeira vez por Avraham em um dos momentos que cita o nome Iehouah. Segundo a Torah e Tanach apenas Iehouah e as contrações do mesmo (Iah, Iehowi...) é o nome ou o uso do nome do Todo-Poderoso. Note-se que se não confiarmos nos massoretas, suspeitaremoas que ao invés de Adonai ele falou Adoni. Confio o máximo possível neles. Adonai deve ter sido uma variação para tornar o tratamento mais específico assim como Adonav é usado para Iossef no Egito.


Em uma de suas postagens de áudio gravado ao vivo que não está nessa página, O Rabino Ventura explica aos seus ouvintes por que razão teria falado o Tetragrama Iehouah ( Yehowah ) errado. Salienta entre sua explicação a atitude de Mosheh usar a menção Adonai e o que realmente significa sobre tomar o nome em vão. Agradável explicação e o cometário da parte de Benaiah Cabral sobre o assunto está acima. Abaixo uma recomendação de um dos vídeos deste excelente Mestre de Torah.