sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A ONU É PERDA DE TEMPO, DINHEIRO E TAMBÉM ATAQUE CONTRA OS DIREITOS HUMANOS. SE GASTA POR UM CRIMINOSO ENQUANTO DESPREZA MILHARES DE VÍTIMAS, DEFENDE O IMPERIALISMO ISLÂMICO AO PASSO QUE CONDENA PESSOAS E GRUPOS LIVRES, FINANCIA INIMIGOS DA VIDA HUMANA EM PROL DE INJUSTIÇAS IMPOSTAS À MULTIDÕES. ESSA ONU DESUMANA REQUER COMPLETA ANULAÇÃO ASSIM COMO GRANDE PARTE DE SEUS MALES CAUSADOS ENTRE POVOS. QUANDO 14 NAÇÕES PODERIAM REPRESENTAR MAIS DE 235 MAIORIA INJUSTIÇADAS POR PARTE DESSAS? O QUE O ATUAL GOVERNO DEMOCRATA DOS EUA, RÚSSIA, CHINA, FRANÇA E REINO UNIDO FAZEM EM PROL DE VOCÊ QUANDO REFORÇAM O TERRORISMO ISLÂMICO GLOBAL? O QUE ESTES GOVERNOS FAZEM EM PROL DE VÍTIMAS GLOBAIS? UM GRANDE ISRAEL SIONISTA E JUDEU BENEFICIA ÁRABES E ISRAELITAS, JUDEUS E MUÇULMANOS, RICOS E POBRES. ESSE NÃO É DESEMPENHO DE POTÊNCIAS ISLÂMICAS, TAMPOUCO DOS ÁRABES EM GAZA, JUDEIA E SAMARIA. DESAPAREÇA A ONU E FLORESÇA A HUMANIDADE.

Folha de S.Paulo

Trump diz que ONU é 'perda de tempo e de dinheiro'

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O presidente eleito dos EUA Donald Trump acusou a Organização das Nações Unidas de ser uma "perda de tempo e de dinheiro" e de mais causar do que solucionar problemas.
O empresário já havia chamado a ONU de um "clube para se divertir" após a aprovação, no Conselho de Segurança, de uma resolução exigindo o fim das construções em assentamentos israelenses nos territórios palestinos na última semana.
Na quarta-feira (28) à noite, ele manteve as críticas e disse que a organização tem um "grande potencial", mas não está se mostrando à altura dele.
"Quando você vê as Nações Unidas resolvendo problemas? Elas não resolvem, elas causam problemas", disse a jornalistas em Palm Beach, na Flórida, onde passa o fim de ano.
"Se a ONU desenvolver seu potencial, seria muito bom. Mas se não, é uma perda de tempo e dinheiro", completou.
Apesar das críticas, quando foi questionado por um repórter, Trump não defendeu a saída dos Estados Unidos da instituição de 71 anos.
Trump reagiu de forma dura à posição do governo Obama de se abster da votação no Conselho de Segurança sobre os assentamentos israelenses.
O secretário de Estado John Kerry disse, também na quarta-feira (28), que a abstenção foi para preservar a possibilidade de uma solução de dois Estados para a região.