terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Assim como vive Iehouah; Netanyahu e Israel vencem pois nossa atividade e atitude é nossa vitória, jamais os atos ou gritos do outro que tenta nos destruir.






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mundo
Humilhado, Netanyahu deposita esperanças em Trump









JOSEF FEDERMAN
DA ASSOCIATED PRESS, EM JERUSALÉM
27/12/2016 07h00



J. Scott Applewhite-3,mar.2015/Associated Press





Binyamin Netanyahu em discurso no Congresso americano em que criticou acordo nuclear com Irã



A reação furiosa do governo de Israel à aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU de uma resolução que se opõe aos assentamentos judaicos em territórios ocupados expõe a disputa fundamental e amarga entre os israelenses e a comunidade internacional quanto ao futuro da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental.


O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu insiste em que não há coisa alguma de errado com sua controvertida política de construir assentamentos judaicos em áreas ocupadas que os palestinos, com amplo apoio internacional, reivindicam como parte de seu Estado. Mas o revés sofrido sexta-feira na ONU foi um lembrete claro de que o restante do mundo encara essa política como crime. O líder, pressionado, agora deposita suas esperanças no governo de Donald Trump, que aparentemente será o primeiro protagonista da política internacional a apoiar a direita nacionalista israelense e seus assentamentos na Cisjordânia.


Em uma série de declarações, Netanyahu criticou o governo Obama por se abster e permitir a aprovação da Resolução 2.334 na sexta-feira (23), usando linguagem sem precedentes que transforma um descordo político em disputa pessoal. Continuar lendo





"Com base nas informações de dispomos, não temos dúvida de que o governo Obama deu início à resolução, a apoiou, coordenou o texto e exigiu que fosse aprovada", disse Netanyahu ao seu gabinete no domingo.

Ao dirigir sua raiva ao mais próximo e importante aliado de Israel, Netanyahu estava tentando minimizar o embaraço causado pela aprovação da medida pelos 14 demais países do Conselho de Segurança. Os votos favoráveis vieram de países com os quais Netanyahu se vangloria constantemente de ter cultivado relações, entre os quais Rússia e China, bem como de nações em desenvolvimento.


"Este é o mesmo primeiro-ministro que nos disse que dezenas de países nos apoiam", declarou o antigo primeiro-ministro israelense Ehud Barak em entrevista ao canal 2 da televisão de seu país no sábado. "Procurei pela Rússia, China, Inglaterra e França. Onde estão todos os amigos que deveriam ter ficado ao nosso lado?"


A resolução marca uma severa reprovação internacional às políticas de assentamento israelense na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental — territórios capturados na guerra de 1967 no Oriente Médio e reivindicados pelos palestinos como parte de um futuro Estado independente. Cerca de 600 mil israelenses vivem nas duas regiões, agora, o que complica qualquer possível partilha das terras entre Israel e a futura Palestina.


Netanyahu costuma descartar sumariamente as críticas internacionais aos assentamentos, afirmando que a disputa com os palestinos começou muito antes da guerra de 1967.


Ele também aponta que, quando Israel desmantelou seus assentamentos em Gaza, em 2005, os militantes da facção islâmica Hamas responderam disparando foguetes contra o território israelense e tomando o controle do território, até então liderado por Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestina.


Com a resolução da sexta-feira, porém, o mundo enviou uma forte mensagem de que rejeita esses argumentos. A resolução afirma que os assentamentos "não têm validade legal" e constituem "violação flagrante" da lei internacional. Também insta todos os Estados a distinguir entre Israel e "os territórios ocupados desde 1967".


Em curto prazo, a resolução é em larga medida simbólica. Não inclui menção a sanções ou quaisquer outras medidas punitivas contra Israel.


"A importância da resolução é lembrar a Israel, pelo menos em nível retórico, de que a comunidade internacional não está completamente feliz, para dizer o mínimo, com a situação atual", disse Arie Kacowicz, professor de relações internacionais na Universidade Hebraica de Jerusalém.


Riad Malki, ministro do Exterior da Palestina, disse que Netanyahu estava sendo dissimulado ao definir a resolução como anti-Israel.


"A resolução trata das atividades de assentamentos, da solução envolvendo a convivência de dois Estados, e do fim da ocupação", ele disse. "Netanyahu, por suas declarações e ações, está isolando Israel a fim de manter os assentamentos".


Malki disse que os palestinos esperavam que a resolução reforçasse seu caso no Tribunal Penal Internacional, que lançou uma investigação preliminar sobre os assentamentos. Ele também disse esperar que isso encorajasse os países europeus a adotar uma recomendação da União Europeia quanto a rotular claramente os produtos fabricados nos assentamentos, e encorajar outros países a fazer o mesmo.


Em 15 de janeiro, dias antes que Obama deixe o posto, a França deve sediar uma conferência sobre o Oriente Médio na qual dezenas de países podem endossar uma estrutura básica para um acordo de paz entre Israel e os palestinos. Netanyahu se opõe veementemente a isso, afirmando que prejudicaria o processo de negociações.


A recente derrota diplomática seria muito mais prejudicial se não fosse pela carta — e é uma grande carta — que pode restar na manga de Netanyahu: a chegada do governo de Donald Trump.


Rompendo de maneira gritante com as políticas adotadas por presidentes eleitos que o precederam, Trump tentou torpedear a resolução e apelou pelo veto dos Estados Unidos à proposta. Depois da votação, Trump prometeu que "as coisas serão diferentes depois de 20 de janeiro".


O mais importante é que ele indicou um partidário escancarado dos, e doador de verbas para os, assentamentos, David Friedman, que trabalha como seu advogado há muito tempo, como embaixador de Washington em Israel. E os assessores do presidente eleito dizem que Trump fala sério sobre transferir a embaixada norte-americana de Tel Aviv a Jerusalém, algo que até mesmo muitos israelenses temem causará violência. Os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental, que abriga diversos sítios religiosos importantes, como capital do futuro Estado a que aspiram.


Depois da votação de sexta-feira, assessores de Netanyahu disseram que ele aguardava ansiosamente a oportunidade de trabalhar com Trump "para negar os efeitos negativos dessa resolução absurda".


Netanyahu depois embarcou em uma campanha para punir os países que aprovaram a resolução. Cancelou diversas visitas e convocou os embaixadores dos países que fazem parte do Conselho de Segurança, a visitá-lo no domingo do Natal para protestar contra a decisão.


Não está claro o que Trump poderia fazer a respeito da resolução. Embora ele vá dispor do poder de veto dos Estados Unidos para impedir futuras ações do conselho contra Israel, obter votos suficientes para uma reversão da decisão de sexta-feira parece impossível.


A base para a resolução está nas convenções de Genebra, que proíbem assentamentos em áreas capturadas de outro país em uma guerra. Israel afirma que essa norma não se aplica porque o território foi capturado da Jordânia, que renunciou a todos os seus direitos sobre ele. Israel também defende a ocupação por motivos religiosos e de segurança.


Quando os rivais de Netanyahu em Israel se opõem aos assentamentos, não é necessariamente por convicção de que a paz esteja próxima, mas sim por preocupação com a democracia em Israel. Caso Israel e a Cisjordânia se tornem inseparáveis, o país teria de conceder direitos de voto aos 2,5 milhões de habitantes palestinos do território, ou já não poderia se definir como democracia.


O país está severamente dividido quanto à questão, e setores importantes da sociedade, entre os quais a elite intelectual e boa parte do aparato de segurança, querem ver o fim dos assentamentos. Muitas dessas pessoas recebem positivamente — quer aberta, quer discretamente — qualquer pressão internacional que leve a esse resultado.


Dan Miodownik, professor de ciência política e relações internacionais na Universidade Hebraica, disse que na verdade a resolução tinha alguns elementos positivos para Israel.


Ele disse que o texto apoiava a ideia de trocar territórios, o que significa que Israel poderia manter alguns assentamentos como parte de um acordo de paz negociado. E a diferenciação entre Israel propriamente dito e os assentamentos significa que, diferentemente do que acontecia no passado, Israel já não se vê forçado a defender seu direito de existir.


Tradução de PAULO MIGLIACCI
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ALEXANDRE MATONE (10h16) há 6 horas


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Há 4000 anos a unanimidade tem estado contra nós. Mas nós temos estado certos, e o mundo, redondamente equivocado. Responder
ALEXANDRE MATONE (10h13) há 6 horas


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" Eis que é um povo que habita só, e entre as nações não será contado." Números 23:9 Responder
Ricardo Roizenblatt (11h06) há 5 horas


Avaliar como positivo 5Avaliar como negativo 0 Denunciar





Quando as ações estão na baixa que é o melhor momento para adquiri-las! É muito fácil para um alemão enxergar que o Nacional-Socialismo está completamente errado no século XXI. Mas, e em 1941? Será que era fácil? Tudo tem seu preço, e apoiar causas erradas, atrás da maioria, pode ter um preço caro demais!


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J. Scott Applewhite-3,mar.2015/Associated Press





Binyamin Netanyahu em discurso no Congresso americano em que criticou acordo nuclear com Irã



A reação furiosa do governo de Israel à aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU de uma resolução que se opõe aos assentamentos judaicos em territórios ocupados expõe a disputa fundamental e amarga entre os israelenses e a comunidade internacional quanto ao futuro da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental.


O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu insiste em que não há coisa alguma de errado com sua controvertida política de construir assentamentos judaicos em áreas ocupadas que os palestinos, com amplo apoio internacional, reivindicam como parte de seu Estado. Mas o revés sofrido sexta-feira na ONU foi um lembrete claro de que o restante do mundo encara essa política como crime. O líder, pressionado, agora deposita suas esperanças no governo de Donald Trump, que aparentemente será o primeiro protagonista da política internacional a apoiar a direita nacionalista israelense e seus assentamentos na Cisjordânia.


Em uma série de declarações, Netanyahu criticou o governo Obama por se abster e permitir a aprovação da Resolução 2.334 na sexta-feira (23), usando linguagem sem precedentes que transforma um descordo político em disputa pessoal. Continuar lendo





"Com base nas informações de dispomos, não temos dúvida de que o governo Obama deu início à resolução, a apoiou, coordenou o texto e exigiu que fosse aprovada", disse Netanyahu ao seu gabinete no domingo.

Ao dirigir sua raiva ao mais próximo e importante aliado de Israel, Netanyahu estava tentando minimizar o embaraço causado pela aprovação da medida pelos 14 demais países do Conselho de Segurança. Os votos favoráveis vieram de países com os quais Netanyahu se vangloria constantemente de ter cultivado relações, entre os quais Rússia e China, bem como de nações em desenvolvimento.


"Este é o mesmo primeiro-ministro que nos disse que dezenas de países nos apoiam", declarou o antigo primeiro-ministro israelense Ehud Barak em entrevista ao canal 2 da televisão de seu país no sábado. "Procurei pela Rússia, China, Inglaterra e França. Onde estão todos os amigos que deveriam ter ficado ao nosso lado?"


A resolução marca uma severa reprovação internacional às políticas de assentamento israelense na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental — territórios capturados na guerra de 1967 no Oriente Médio e reivindicados pelos palestinos como parte de um futuro Estado independente. Cerca de 600 mil israelenses vivem nas duas regiões, agora, o que complica qualquer possível partilha das terras entre Israel e a futura Palestina.


Netanyahu costuma descartar sumariamente as críticas internacionais aos assentamentos, afirmando que a disputa com os palestinos começou muito antes da guerra de 1967.


Ele também aponta que, quando Israel desmantelou seus assentamentos em Gaza, em 2005, os militantes da facção islâmica Hamas responderam disparando foguetes contra o território israelense e tomando o controle do território, até então liderado por Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestina.


Com a resolução da sexta-feira, porém, o mundo enviou uma forte mensagem de que rejeita esses argumentos. A resolução afirma que os assentamentos "não têm validade legal" e constituem "violação flagrante" da lei internacional. Também insta todos os Estados a distinguir entre Israel e "os territórios ocupados desde 1967".


Em curto prazo, a resolução é em larga medida simbólica. Não inclui menção a sanções ou quaisquer outras medidas punitivas contra Israel.


"A importância da resolução é lembrar a Israel, pelo menos em nível retórico, de que a comunidade internacional não está completamente feliz, para dizer o mínimo, com a situação atual", disse Arie Kacowicz, professor de relações internacionais na Universidade Hebraica de Jerusalém.


Riad Malki, ministro do Exterior da Palestina, disse que Netanyahu estava sendo dissimulado ao definir a resolução como anti-Israel.


"A resolução trata das atividades de assentamentos, da solução envolvendo a convivência de dois Estados, e do fim da ocupação", ele disse. "Netanyahu, por suas declarações e ações, está isolando Israel a fim de manter os assentamentos".


Malki disse que os palestinos esperavam que a resolução reforçasse seu caso no Tribunal Penal Internacional, que lançou uma investigação preliminar sobre os assentamentos. Ele também disse esperar que isso encorajasse os países europeus a adotar uma recomendação da União Europeia quanto a rotular claramente os produtos fabricados nos assentamentos, e encorajar outros países a fazer o mesmo.


Em 15 de janeiro, dias antes que Obama deixe o posto, a França deve sediar uma conferência sobre o Oriente Médio na qual dezenas de países podem endossar uma estrutura básica para um acordo de paz entre Israel e os palestinos. Netanyahu se opõe veementemente a isso, afirmando que prejudicaria o processo de negociações.


A recente derrota diplomática seria muito mais prejudicial se não fosse pela carta — e é uma grande carta — que pode restar na manga de Netanyahu: a chegada do governo de Donald Trump.


Rompendo de maneira gritante com as políticas adotadas por presidentes eleitos que o precederam, Trump tentou torpedear a resolução e apelou pelo veto dos Estados Unidos à proposta. Depois da votação, Trump prometeu que "as coisas serão diferentes depois de 20 de janeiro".


O mais importante é que ele indicou um partidário escancarado dos, e doador de verbas para os, assentamentos, David Friedman, que trabalha como seu advogado há muito tempo, como embaixador de Washington em Israel. E os assessores do presidente eleito dizem que Trump fala sério sobre transferir a embaixada norte-americana de Tel Aviv a Jerusalém, algo que até mesmo muitos israelenses temem causará violência. Os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental, que abriga diversos sítios religiosos importantes, como capital do futuro Estado a que aspiram.


Depois da votação de sexta-feira, assessores de Netanyahu disseram que ele aguardava ansiosamente a oportunidade de trabalhar com Trump "para negar os efeitos negativos dessa resolução absurda".


Netanyahu depois embarcou em uma campanha para punir os países que aprovaram a resolução. Cancelou diversas visitas e convocou os embaixadores dos países que fazem parte do Conselho de Segurança, a visitá-lo no domingo do Natal para protestar contra a decisão.


Não está claro o que Trump poderia fazer a respeito da resolução. Embora ele vá dispor do poder de veto dos Estados Unidos para impedir futuras ações do conselho contra Israel, obter votos suficientes para uma reversão da decisão de sexta-feira parece impossível.


A base para a resolução está nas convenções de Genebra, que proíbem assentamentos em áreas capturadas de outro país em uma guerra. Israel afirma que essa norma não se aplica porque o território foi capturado da Jordânia, que renunciou a todos os seus direitos sobre ele. Israel também defende a ocupação por motivos religiosos e de segurança.


Quando os rivais de Netanyahu em Israel se opõem aos assentamentos, não é necessariamente por convicção de que a paz esteja próxima, mas sim por preocupação com a democracia em Israel. Caso Israel e a Cisjordânia se tornem inseparáveis, o país teria de conceder direitos de voto aos 2,5 milhões de habitantes palestinos do território, ou já não poderia se definir como democracia.


O país está severamente dividido quanto à questão, e setores importantes da sociedade, entre os quais a elite intelectual e boa parte do aparato de segurança, querem ver o fim dos assentamentos. Muitas dessas pessoas recebem positivamente — quer aberta, quer discretamente — qualquer pressão internacional que leve a esse resultado.


Dan Miodownik, professor de ciência política e relações internacionais na Universidade Hebraica, disse que na verdade a resolução tinha alguns elementos positivos para Israel.


Ele disse que o texto apoiava a ideia de trocar territórios, o que significa que Israel poderia manter alguns assentamentos como parte de um acordo de paz negociado. E a diferenciação entre Israel propriamente dito e os assentamentos significa que, diferentemente do que acontecia no passado, Israel já não se vê forçado a defender seu direito de existir.


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Quando as ações estão na baixa que é o melhor momento para adquiri-las! É muito fácil para um alemão enxergar que o Nacional-Socialismo está completamente errado no século XXI. Mas, e em 1941? Será que era fácil? Tudo tem seu preço, e apoiar causas erradas, atrás da maioria, pode ter um preço caro demais!


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