sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

"Em particular, o povo de Israel merece viver sem temer a ameaça terrorista, a qual está confrontado a longo tempo". Em um discurso na véspera, Kerry afirmou que Israel está em vias de uma "ocupação perpétua" da terra palestina, o que ameaça a solução de paz de dois Estados, palestino e israelense. "Não acreditamos que a melhor forma de negociar a paz seja se concentrando em apenas um problema, como a colonização (dos territórios), já que o conflito entre Israel e a Palestina é infinitamente mais complexo", destacou o porta-voz de May. "Não pensamos ser oportuno atacar um governo aliado e democraticamente eleito. Nosso governo avalia que as negociações terão sucesso apenas se forem administradas entre as duas partes, com o apoio da comunidade internacional".


Seções
Home
Notícias

Notícias
Economia
Negócios
Mercado Digital
Estilo
Finanças
Investidor
Multimídia

Multimídia
Vídeos
Galerias

canais

editora3.com




ECONOMIA



Economia00:47 - 30.12.2016
Londres: colonização israelense não é questão central para paz


A paz entre Israel e os palestinos não pode ser negociada tendo como único foco a questão da colonização dos territórios palestinos ocupados, avaliou nesta quinta-feira o governo britânico, reagindo ao discurso da véspera do secretário americano de Estado, John Kerry.

A Grã-Bretanha apoia uma solução de dois Estados e considera ilegal a construção de colônias israelenses nos territórios palestinos, "mas está claro que a colonização não é o único problema do conflito", declarou o porta-voz da primeira-ministra britânica, Theresa May.

"Em particular, o povo de Israel merece viver sem temer a ameaça terrorista, a qual está confrontado a longo tempo".

Em um discurso na véspera, Kerry afirmou que Israel está em vias de uma "ocupação perpétua" da terra palestina, o que ameaça a solução de paz de dois Estados, palestino e israelense.

"Não acreditamos que a melhor forma de negociar a paz seja se concentrando em apenas um problema, como a colonização (dos territórios), já que o conflito entre Israel e a Palestina é infinitamente mais complexo", destacou o porta-voz de May.

"Não pensamos ser oportuno atacar um governo aliado e democraticamente eleito. Nosso governo avalia que as negociações terão sucesso apenas se forem administradas entre as duas partes, com o apoio da comunidade internacional".

Uma resolução condenando a colonização israelense nos territórios palestinos foi adotada em 23 de dezembro pelo Conselho de Segurança da ONU, provocando a cólera do Estado hebreu.

Pela primeira vez desde 1979, os Estados Unidos não impuseram seu veto, e a abstenção americana permitiu a adoção do texto pelos demais 14 integrantes do Conselho de Segurança.



rsc/lr

Sem comentários


Mais lidas



Economia22:53 - 29.12.2016
Como a Rússia pirateou as eleições americanas, segundo os EUA



Economia20:52 - 29.12.2016
Salário mínimo passa de R$ 880,00 em 2016 para R$ 937,00 em 2017



Economia17:56 - 21.1.2016
Um guia para entender o economês do filme “A Grande Aposta”


Economia22:37 - 29.12.2016
Polícia do Rio investiga se corpo carbonizado é do embaixador da Grécia


Economia21:25 - 29.12.2016
EUA sancionam Rússia por ingerência nas eleições à Casa Branca



© Copyright 1996-2016 Editora Três

É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.




ECONOMIA



Economia22:53 - 29.12.2016
Como a Rússia pirateou as eleições americanas, segundo os EUA


Durante dois anos, as agências russas de Inteligência atacaram o Partido Democrata com e-mails maliciosos e mantiveram essas ações após a eleição presidencial - concluiu um relatório divulgado pelas autoridades americanas nesta quinta-feira (29).

A divulgação do informe coincide com uma série de sanções de Washington contra Moscou, em represália ao que funcionários americanos consideram ser esforços do governo russo para influenciar as eleições de 8 de novembro a favor de Donald Trump.

Os russos teriam roubado informação comprometedora da campanha da candidata democrata Hillary Clinton, divulgando-a à imprensa. Os democratas alegam que esse evento contribuiu para a vitória do magnata republicano.

Elaborado pelo FBI (a Polícia Federal americana) e pelo Departamento de Segurança Interna, o documento rastreia os caminhos que teriam sido usados pelos "hackers" para infiltrar as operações do partido, usando ataques individualizados de "spearphishing". Esses ataques consistem em e-mails projetados para levar o destinatário a divulgar suas senhas e outras informações, além de roubar toneladas de endereços eletrônicos.

Batizada de "Grizzly Steppe", a operação tomou a forma de dois ciberataques contra o Partido Democrata, organizados por dois grupos diferentes ligados aos serviços russos de Inteligência.



Durante o primeiro ataque, um grupo chamado APT29 usou endereços legítimos de Internet de instituições educacionais americanas e de outras organizações para alojar um vírus e enviar e-mails maliciosos para mais de mil destinatários, entre eles vários membros do governo.

Depois, o programa entrou em ação para roubar, discretamente, inúmeros e-mails de várias contas.



Na primavera (hemisfério norte), o grupo APT28 lançou um novo ataque, fazendo os destinatários mudarem suas senhas em um site de Internet que simulava ser legítimo, mas que, na realidade, era operado por piratas.

Os "hackers" usaram essas senhas para acesso ao sistema informático do partido e roubar informação, "levando, provavelmente, à extração de informação de vários membros da cúpula do partido", acrescenta o informe.

O governo americano acredita que os hackers depois partiram para vazamentos para a imprensa, tornando a informação pública.

A correspondência interna dos líderes democratas e os e-mails de John Podesta, então chefe de campanha de Hillary Clinton, apareceram no WikiLeaks.



O informe converge com inúmeras notícias da imprensa americana, apontando para uma operação em massa de pirataria realizada pelo APT28 - com laços com os serviços secretos militares russos (GRU) - e pelo APT29 - com vínculos com o Serviço Federal de Segurança (FSB), a extinta KGB soviética.

"Atores provavelmente associados (aos serviços russos de Inteligência) continuam realizando campanhas de 'spearphishing', incluindo uma lançada tão recentemente quanto novembro de 2016, poucos dias depois da eleição americana", indicou o informe, que também incluiu especificações técnicas e recomendações para blindar as redes de ataques.



Sem comentários


Mais lidas



Economia22:53 - 29.12.2016
Como a Rússia pirateou as eleições americanas, segundo os EUA



Economia20:52 - 29.12.2016
Salário mínimo passa de R$ 880,00 em 2016 para R$ 937,00 em 2017



Economia17:56 - 21.1.2016
Um guia para entender o economês do filme “A Grande Aposta”


Economia22:37 - 29.12.2016
Polícia do Rio investiga se corpo carbonizado é do embaixador da Grécia


Economia21:25 - 29.12.2016
EUA sancionam Rússia por ingerência nas eleições à Casa Branca



© Copyright 1996-2016 Editora Três

É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.



1 de 20