quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Muitos palestinos presos neste ano por atacar israelenses disseram terem sido influenciados por conteúdos no Facebook, no Twitter, no YouTube e em outras plataformas on-line, disseram Erdan e Shaked em setembro. Em julho, advogados apresentaram uma ação por US$ 1 bilhão contra o Facebook, acusando a empresa de ter permitido o grupo militante palestino Hamas utilizar a plataforma dela para tramar ataques que mataram quatro americanos. Naquele mesmo mês, Erdan acusou o Facebook de cumplicidade com a violência na Palestina e disse que o sangue de uma menina israelense de 13 anos morta por esfaqueamento em sua cama estava “em parte nas mãos do Facebook


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TECNOLOGIA
Israel pode aprovar “lei Facebook” contra provocações on-line
Justiça de Israel poderia pedir que o Facebook elimine conteúdos considerados impróprios, levantando debate sobre liberdade de expressão no país
Por Gwen Ackerman, da Bloomberg
access_time26 dez 2016, 13h30chat_bubble_outlinemore_horiz


Facebook: lei outorgaria a Israel as ferramentas “para retirar imediatamente conteúdos responsáveis por provocar assassinatos e terror” (Bloomberg)

Tribunais israelenses poderiam exigir de empresas como o Facebook a eliminação de conteúdos considerados provocativos, segundo um projeto de lei que será submetido à aprovação do Parlamento em meio à preocupação com a liberdade de expressão.


A lei outorgaria a Israel as ferramentas “para retirar imediatamente conteúdos responsáveis por provocar assassinatos e terror”, disse por mensagem de texto Gilad Erdan, ministro de Segurança Pública, depois que um comitê ministerial israelense aprovou o projeto de lei no domingo.

Erdan e a ministra de Justiça, Ayelet Shaked, continuaram apoiando o projeto de lei mesmo depois que o Facebook concordou em criar equipes conjuntas para enfrentar as provocações pela internet em uma reunião em setembro.


No domingo, o Gabinete de Israel disse que discutiria medidas ainda mais duras contra os conteúdos violentos na internet, sem indicar quais poderiam ser.


Os gigantes da internet não estão ignorando o problema. O Facebook, a Microsoft, o Twitter e o YouTube disseram neste mês que criariam um banco de dados conjunto para ajudar a garantir o cumprimento de políticas contra conteúdos terroristas on-line. Após a reunião com Israel em setembro, o Facebook disse que tem “tolerância zero para o terrorismo”.
Limites à liberdade?

Em comunicado enviado por e-mail no domingo, Facebook declarou que trabalha “agressivamente” para eliminar conteúdos problemáticos “assim que ficamos cientes deles”.

A empresa afirmou que espera continuar tendo um “diálogo construtivo” com Israel que inclua uma “consideração cuidadosa das consequências deste projeto de lei para a democracia, a liberdade de expressão, a internet aberta e o dinamismo do setor de internet de Israel”.

Tehilla Shwartz Altshuler, diretora do Center for Democratic Values and Institutions do Israel Democracy Center, descreveu a lei como “um ataque contra a liberdade de expressão de escala internacional”.

Comparado com legislação semelhante de outros países, o projeto de lei israelense atribuiria um nível de responsabilidade muito maior a fornecedores de conteúdos como o Facebook e a matriz do Google, a Alphabet, disse Shwartz Altshuler em comunicado enviado por e-mail.
Influência sobre atacantes

Shaked apontou que cerca de 71 por cento das 1.755 reclamações por provocações apresentadas perante empresas de internet neste ano foram solucionadas imediatamente.

Contudo, embora ela tenha recebido bem a cooperação dessas companhias, “é importante que seja obrigatório e não por capricho”, disse ela em comunicado enviado por e-mail.

Muitos palestinos presos neste ano por atacar israelenses disseram terem sido influenciados por conteúdos no Facebook, no Twitter, no YouTube e em outras plataformas on-line, disseram Erdan e Shaked em setembro.

Em julho, advogados apresentaram uma ação por US$ 1 bilhão contra o Facebook, acusando a empresa de ter permitido o grupo militante palestino Hamas utilizar a plataforma dela para tramar ataques que mataram quatro americanos.

Naquele mesmo mês, Erdan acusou o Facebook de cumplicidade com a violência na Palestina e disse que o sangue de uma menina israelense de 13 anos morta por esfaqueamento em sua cama estava “em parte nas mãos do Facebook”.NOTÍCIAS SOBREFACEBOOKISRAELchat_bubble_outlinemore_horiz

Pela Web



Menina israelense morre esfaqueada por palestino enquanto dormia

Garota de 13 anos chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu. Autor do ataque, palestino de 19 anos foi morto pelos guardas da colônia.
Da France Pressefrance-presse
Uma adolescente israelense morreu após ser esfaqueada nesta quinta-feira (30) por um palestino em uma colônia da Cisjordâniax ocupada. Ela foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
"Depois de se infiltrar na comunidade (de Kiryat Arba), o terrorista entrou em uma casa e matou a adolescente em seu quarto", afirmou o exército em um comunicado.
Alel Yafa Ariel, de 13 anos, foi esfaqueada várias vezes enquanto dormia em sua cama. Após o ataque, ela foi levada em estado crítico a um hospital de Jerusalémx, mas morreu pouco depois, afirmaram o exército e os meios de comunicação israelenses.
Garota de 13 anos chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu (Foto: Ammar Awad/Reuters)
Garota de 13 anos chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu (Foto: Ammar Awad/Reuters)
O porta-voz do exército divulgou uma fotografia do quarto, que a adolescente dividia com suas irmãs de 4 e 10 anos, com o colchão e o chão cobertos de sangue.
"Minha filha dormia tranquilamente, calma, feliz, quando um terrorista veio e a assassinou", declarou a mãe da vítima, Rina Ariel, aos meios de comunicação israelenses.
Foto divulgada pelo Exército mostra colchão e o chão cobertos de sangue (Foto: Reprodução/Twitter/IDF)
Foto divulgada pelo Exército mostra colchão e o chão cobertos de sangue (Foto: Reprodução/Twitter/IDF)
O ministério da Saúde palestino identificou o autor do ataque, que morreu baleado pelos guardas da colônia, como Mohamad Naser Tarayra, um jovem de 19 anos de Bani Naim, um povoado palestino próximo a Hebron.
Antes de ser morto, o palestino também feriu com a faca um dos guardas da colônia.
Os Territórios Palestinos, Jerusalém e Israel, vivem uma onda de violência desde 1º de outubro, que deixou um saldo de 211 palestinos e 32 israelenses mortos, segundo um balanço da AFP.
A maioria dos palestinos mortos eram autores ou supostos autores de ataques, muitos deles cometidos com facas e de maneira individual, enquanto outros com armas de fogo ou lançando carros contra pessoas.
Muitos dos ataques ocorreram na colônia de Kiryat Arba e na cidade vizinha de Hebron, onde vivem centenas de colonos judeus, além de mais de 200 mil palestinos.
Ataque ocorreu na comunidade de Kiryat Arba (Foto: Mussa Qawasma/Reuters)
Ataque ocorreu na comunidade de Kiryat Arba (Foto: Mussa Qawasma/Reuters)
Neste mês, foi registrado um dos piores atentados, quando palestinos armados mataram quatro pessoas em Tel Aviv. Os dois criminosos foram detidos.
Em uma visita a Israel e aos territórios palestinos nesta semana, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moonx, condenou a recente onda de ataques, classificando-os de terrorismo.


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