terça-feira, 17 de janeiro de 2017

BEM VINDO EMBAIXADOR YOSSI SHELEY. VIDA LONGA E PRÓSPERA À ISRAEL E SEUS BONS AMIGOS. - PORÉM O ATUAL GOVERNO BRASILEIRO, APESAR DE APELAR PRA FIGURAS JUDAICAS OU ISRAELENSES, É DE ORIENTAÇÃO ANTISSEMITA ASSIM COMO SERRA QUE PULAVA E ARFAVA PELA VITÓRIA DE HILLARY ENCABEÇANDO DEMOCRATAS NA PROMOÇÃO DE TERRORISTAS MUNDIAIS. A NAÇÃO BRASILEIRA PRECISA URGENTEMENTE REESTRUTURAR A POLÍTICA BRASILEIRA.



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Itamaraty aceita Yossi Shelley como embaixador de Israel no Brasil 
Medida encerra impasse que começou em 2015 com indicação de Dani Dayan para o posto 











POR ELIANE OLIVEIRA 


17/01/17 - 11h03 | Atualizado: 17/01/17 - 11h04 




BRASÍLIA - Em nota, o Itamaraty informou, nesta terça-feira, que concedeu agrément a Yossi Shelley como embaixador de Israel no Brasil. A aceitação do nome solicitado por Tel Aviv pelo governo brasileiro encerra um impasse que começou no fim de 2015, com a divulgação antecipada de Dani Dayan para o posto em Brasília por autoridades israelenses. Na época, o governo brasileiro disse não à vinda de Dayan. As razões foram sua clara posição a favor dos assentamentos em territórios palestinos e a forma como a indicação foi conduzida.


Ex-presidente de um conselho que representa colonos da Cisjordânia, Dani Dayan foi nomeado em setembro do ano passado sem consulta prévia às autoridades brasileiras, gerando um impasse diplomático entre os dois países.


Após a indicação surpresa de Dayan, o Brasil passou meses sem dar resposta, o que sinaliza um veto “silencioso”, esperando que Netanyahu abandonasse a insistência e nomeasse outro diplomata ao posto.





Em janeiro, o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, quebrou o silêncio sobre a posição do Planalto. Em entrevista ao “Espaço Público”, da TV Brasil, Garcia afirmou que a indicação por parte do primeiro-ministro foi um “passo em falso”.


Em março, o governo de Israel recuou e anunciou a indicação de Dani Dayan a uma posição nos Estados Unidos, recuando de uma disputa com Brasília sobre as conexões do indicado com assentamentos judeus na Cisjordânia ocupada. 












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