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Trump conversa com Netanyahu, enquanto Israel amplia assentamentos

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DE SÃO PAULO
22/01/2017 08h31 - atualizado às 23h39

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone neste domingo (22), dois dias após tomar posse, com o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu. Trump convidou o líder israelense a visitar Washington no início de fevereiro e disse a jornalistas que a conversa foi "muito boa".

Antes do telefonema, Netanyahu havia dito que pretendia abordar temas como a guerra civil na Síria, o acordo nuclear com o Irã -ao qual tanto ele quanto o republicano se opõem- e o processo de paz com os palestinos.

Também neste domingo, a prefeitura de Jerusalém aprovou a construção de 560 novas unidades de moradias em três assentamentos judaicos na parte oriental da cidade, de maioria palestina.

Reuters

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o então candidato Donald Trump, em setembro


O projeto habitacional estava congelado desde dezembro a pedido de Netanyahu, após pressões do então presidente americano, Barack Obama.

Naquele mês, os EUA se abstiveram em uma votação no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre uma resolução que condenava os assentamentos, considerados um entrave à paz com os palestinos. A decisão de se abster irritou Netanyahu.

VOTAÇÃO

O premiê protelou neste domingo a votação de um projeto sobre a anexação do assentamento Maaleh Adumim, um dos maiores da Cisjordânia. De acordo com a mídia local, Netanyahu foi orientado por assessores de Trump a esperar o encontro entre os dois para traçar uma estratégia de expansão de assentamentos.

O novo presidente dos EUA foi convidado na sexta (20) pelo presidente israelense, Reuven Rivlin, a visitar o país. Em carta, Rivlin disse que Trump é um "amigo de longa data" de Israel.
Bernat Armangue - 07.set.2009/Associated Press

Bandeira de Israel diante do assentamento judaico Maaleh Adumim, na Cisjordânia


A chegada de Trump ao poder nos EUA agradou setores da direita israelense e deve marcar uma reaproximação em relação a Israel.

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse neste domingo que o governo está nos estágios iniciais de conversas para transferir a embaixada americana para Jerusalém. Embora a cidade seja a autoproclamada capital de Israel, os países que mantêm relações com o Estado instalam suas representações em Tel Aviv.

Prometida por Trump, a transferência da embaixada deve irritar os palestinos e pode minar a posição dos EUA enquanto mediador das negociações de paz na região.
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comentáriosVer todos os comentários (8)
Cesar Augusto Cabral Arevalo
Termos e condições

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Fabio Knoploch ontem às 11h05
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E essa politica será implementada até que os palestinos resolvam sentar-se à mesa de negociação sem nenhuma pré-condição. E quanto mais tempo demorarem para faze-lo, mais casas e assentamentos serão construidos e menos haverá para negociar. Responder
Fabio Knoploch ontem às 11h01
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no finalzinho do governo obama, os paledtinos tentando como sempre impor sua vontade a um mundo complacente e apoiados por um presidente interessado em cingar-se de Netanyahu, conseguiram passar uma resolução anti-Israel. Esquecerem- se que os ventos iriam mudar radicalmente em poucos dias. Ainda tentaram repetir a dose na esvaziada conferencia de Paris. Agora chegou a hora de pagar o preço. Israel retoma a politica de construir casas e assentamentos. Responder
Alberico Pereira de Carvalho ontem às 12h34
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O mundo passará por mudanças jamais vistas.

O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem Responder

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