quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

"Fazendo uma analogia culinária, nós não estamos na cozinha preparando o prato, mas estamos convidados a prová-lo. O prato em questão é nosso futuro e segurança, e quem está preparando são outros cozinheiros, com seus interesses e agendas, irrelevantes para nós", declarou o porta-voz, que considerou a conferência um "fútil exercício que não avançará em direção à paz". A França, que espera 70 delegações internacionais para a reunião, decidiu excluir israelenses e palestinos, após a recusa de Israel, mas deixou o convite aberto a ambos para uma fase posterior. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, foram convidados a participar de uma reunião com o presidente francês, François Hollande, para a apresentação das conclusões da conferência. "Respondemos firme, mas amavelmente: Não, obrigado", declarou Nahshon.

Mundo

12 de janeiro de 2017 - 10h22 

Israel se recusa a participar de conferência para paz no Oriente Médio

  

"Fazendo uma analogia culinária, nós não estamos na cozinha preparando o prato, mas estamos convidados a prová-lo. O prato em questão é nosso futuro e segurança, e quem está preparando são outros cozinheiros, com seus interesses e agendas, irrelevantes para nós", declarou o porta-voz, que considerou a conferência um "fútil exercício que não avançará em direção à paz".

A França, que espera 70 delegações internacionais para a reunião, decidiu excluir israelenses e palestinos, após a recusa de Israel, mas deixou o convite aberto a ambos para uma fase posterior.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, foram convidados a participar de uma reunião com o presidente francês, François Hollande, para a apresentação das conclusões da conferência.

"Respondemos firme, mas amavelmente: Não, obrigado", declarou Nahshon. Abbas, por sua vez, confirmou que irá a Paris e se reunirá com Hollande no domingo, após o término da conferência. O encontro é visto como uma das últimas oportunidades para retomar a solução dos dois Estados, que segundo a comunidade internacional está se tornando inviável graças à política de assentamentos israelense.


Fonte: Opera Mundi
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