segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

יהוה Iehouah Elohim - O Adonai Soberano pelos serviços do Judaísmo Hebraísta. Através da Inteligência; Honra; Unidade; Harmonia, Em uma Visão Hebraísta; Sionista; Integralista; Mentalista. Yehowah Elohim Tseva'ot é Iehouah Elohim Dos Exércitos, Eterno, El'shadai - Elohim Todo-Poderoso.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Rússia!: O partido Democrata não pode seguir na impunidade. Se foi um absurdo inaceitável justificar a destruição de toda uma nação e criar grupos terroristas nascidos do caos através de uma grande mentira, quanto mais tentar humilhar e provocar represalias de um parceiro global que tanto controla esmagador poder bélico - nuclear - ofensivo global como foi o recente responsável por conter tropas terroristas do Estado Islâmico em meio à letargia e covardia de governos históricos, por puro capricho de ter sido derrotado nas eleições. A equipe Obama certamente merecerá especial atenção e dedicação.



Trump volta a questionar a autoria russa dos ciberataques

Presidente eleito afirma saber “coisas que outros não sabem”, mas não dá detalhes


O presidente eleito, Donald Trump, com a esposa em Flórida, no último dia 31.AFP

Ano novo, velhas dúvidas. O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, começou 2017 questionando novamente as acusações da Casa Branca sobre a autoria russa dos ciberataques durante as eleições, algo que já havia chamado de “ridículo” apesar de se basearem em relatórios das agências de segurança e inteligência. Pouco antes da comemoração do Ano Novo começar na Flórida, Trump também disse que possui informações privilegiadas sobre o assunto que revelará ao longo da semana. Enquanto isso, no domingo, os 35 diplomatas russos expulsos por ciberespionagem abandonaram o país.


Com roupa de gala para a festa de fim de ano – particular, de acordo com a imprensa norte-americana – que organizou em seu luxuoso resort Mar-a-Lago, em Palm Beach, Trump falou à meia-noite de sábado brevemente com a imprensa, a quem voltou a reiterar suas dúvidas sobre a autoria russa dos ciberataques que o Governo de Obama afirma terem a assinatura de Moscou e fez uma advertência aos serviços de inteligência que sustentam as acusações oficiais.
“Quero que eles estejam seguros sobre isso, porque é uma acusação muito grave e quero que eles estejam seguros” disse Trump, que voltou a lembrar o “desastre” provocado pelas falsas acusações de inteligência sobre armas de destruição em massa que causaram a guerra do Iraque. “Eles se enganaram, de modo que quero que eles estejam seguros”, afirmou Trump que, enigmaticamente, afirmou também possuir informações privilegiadas.
“Sei muito sobre pirataria cibernética. É algo que também é muito difícil de se provar, de modo que poderiam ser outros” os responsáveis pelos ciberataques, disse Trump, retomando um argumento que já usou em outras ocasiões para questionar as afirmações da comunidade de inteligência norte-americana sobre o fato do presidente russo, Vladimir Putin, estar por trás dos recentes ataques cibernéticos.
“Além disso, sei de coisas que as outras pessoas não sabem, portanto não podem estar seguros da situação”, acrescentou sem dar mais detalhes. Quando os jornalistas lhe perguntaram a que se referia, Trump não quis adiantar nada e se limitou a anunciar que será divulgado “terça ou quarta-feira”.
O presidente eleito menosprezou diversas vezes os relatórios de inteligência presidenciais diários que já deveria estar recebendo como próximo comandante em chefe dos Estados Unidos. Como se soube em dezembro, Trump só havia recebido até o momento um relatório presidencial por semana. Mas depois de Obama anunciar na quinta-feira as sanções contra a Rússia pelos ciberataques – a expulsão de diplomatas e o fechamento de duas residências russas de descanso as quais ligou a atividades de inteligência –, Trump anunciou sua intenção de se reunir nesta semana com “líderes da comunidade de inteligência” para receber em primeira mão informações sobre “os fatos dessa situação”.
Saída dos diplomatas russos
Mas os 35 diplomatas russos cuja expulsão “imediata” foi ordenada por Obama na quinta-feira como sanção contra Moscou pelos ciberataques partiram no domingo, ao final das 72 horas do prazo concedido para sua saída. Os funcionários, declarados “persona non grata” por Obama, abandonaram os Estados Unidos a bordo de um avião fretado especialmente para isso pelo Governo russo, que semana passada surpreendeu até mesmo Washington ao decidir não retaliar as sanções norte-americanas à espera de que Trump assuma a presidência e, eventualmente, se aproxime de Moscou, tal como prometeu.

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CELEBRIDADES NÃO TEM MOSTRADO COMPROMISSOS COM O POVO SENÃO MANIPULAÇÃO ESTAMPADA E APOIO DE IDEAIS UTÓPICOS NUNCA ÚTEIS PARA ELES MESMOS. APOIAM O DISCURSO DESCARADO DE ISLAMITAS E PSEUDO-SOCIALISTAS ENQUANTO DESPREZAM CADA SOFREDOR EFETIVAMENTE PRÓXIMO


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MUNDO
Artistas rejeitam participar da festa de posse de Trump
Opositores podem organizar show alternativo com celebridades para tentar ofuscar a cerimônia








POR HENRIQUE GOMES BATISTA E CORRESPONDENTE

01/01/17 - 04h30 | Atualizado: 01/01/17 - 07h21

WASHINGTON — As Rockettes — tradicionais dançarinas do grupo formado em 1925, que se apresentam na Radio City de Nova York e vivem seu auge no Natal — foram um dos destaques das duas posses de George W. Bush, em 2001 e 2005. E agora receberam novamente o convite para participar da festa de Donald Trump. Ao invés de o chamado ser considerado uma honra, virou alvo de controvérsia: diversas dançarinas se recusaram a ir a Washington, outras aceitaram por medo de perderem o emprego, e o caso virou uma polêmica envolvendo o sindicato da categoria e a empresa.

Artistas estão dando as costas à posse em protesto ou por não concordarem com as ideias de Trump. O fenômeno é novo. Muitos americanos têm verdadeira fixação pelos presidentes, que se reflete em filmes, músicas, seriados e livros. O ápice da admiração é a festa da posse, da qual artistas costumam sonhar participar. Mas não em 2017, com o controverso Trump.

Sites especializados se divertem com a lista de artistas que se recusaram a participar do momento histórico, em 20 de janeiro: o tenor Andrea Bocelli, o grupo Kiss, a cantora Celine Dion, o rapper IceT, o cantor Elton John, o astro country Garth Brooks e até o grupo de adolescentes Chainsmokers. Confirmados, até o momento, apenas as Rockettes e um grupo de coral mórmon — com a defecção de uma cantora que saiu em protesto. O próprio Trump já comentou isso no Twitter:


“Veja o que elas (as celebridades) fizeram por Hillary, NADA. Eu quero o POVO”, escreveu há poucos dias

De fato, durante a campanha, estrelas como Beyoncé, Lady Gaga, Jennifer Lopez, Katy Perry e Jon Bon Jovi participaram de atos em prol de Hillary Clinton e o apoio não impediu que ela perdesse as eleições, apesar de ter vencido na contagem popular com uma vantagem de 2,8 milhões de votos. Sites dizem, inclusive, que grupos de progressistas estariam tentando reunir parte destes artistas para fazer um show gratuito em Miami no dia 20, para competir com a posse. O evento se chamaria “Nós, o povo”. Resta saber onde ele estará em maior número.








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Donald Trump quer primeiro-ministro de Israel na tomada de posse
Os assessores do Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, querem o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, na tomada de posse marcada para 20 de janeiro, noticia hoje o New York Post.


© Getty Images

MUNDO EUAHÁ 5 HORASPOR LUSA

"Há um plano para Trump reunir-se com Netanyahu. [...] Têm conversado muito e Netanyahu tem falado de vir à tomada de posse", segundo adiantaram ao diário nova-iorquino fontes próximas da equipa de transição de Donald Trump.


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Liderado pelo filho, Jared kushner, o grupo de Trump tem vindo a cortejar "agressivamente" o primeiro-ministro israelita para estar presente na tomada de posse, adiantaram as mesmas fontes.

Na semana passada, Netanyahu agradeceu ao magnata nova-iorquino o "apoio incondicional" a Israel depois de Trump ter criticado no Twitter a recente resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que exigiu a Israel o fim "imediato" e "completo" da política de colonatos nos territórios palestinianos.


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domingo, 1 de janeiro de 2017

Gaza pertence a Israel e somente pode ser comandada por Israel - Isto também é inegociável


ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
Militantes do barço armado do Hamas na Faixa de Gaza
© REUTERS/ Ibraheem Abu Mustafa

Israel decide não devolver corpos de combatentes do Hamas

A partir de agora, os terroristas mortos em confronto serão enterrados e não devolvidos aos familiares.

Os corpos de terroristas do Hamas mortos durante os ataques serão enterrados e não retornados ao familiares. 
A decisão foi tomada pelo gabinete de segurança em uma reunião no domingo onde discutiu os esforços para recuperar os corpos dos dois soldados das Forças Armadas de Israel, Oron Shaul e Hadar Goldin, mantidos pelo Hamas desde a Operação Margem Protetora em 2014.
O ato acontece um dia após o grupo palestino divulgar um vídeo no qual parodiava a festa de aniversário do soldado Shaul. Esta foi a primeira vez que o gabinete se reuniu para tentar discutir a retomada dos corpos assim como tentar retornar  dois israelenses, Abera Mengistu e Hisham al-Sayed, que atravessaram Gaza e estão detidos lá desde então.
A equipe do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu divulgou que as autoridades desenharam um plano de ação que não será divulgado.