domingo, 8 de janeiro de 2017

Israelitas esmagados por terrorista islâmico. Jornalistas culpam camião.


Amigo de Israel


Existem 49 Estados Islâmicos (quase todos absolutas tiranias), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos portugueses e amigos de Israel.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Israelitas esmagados por terrorista islâmico. Jornalistas culpam camião.

Agora, lá porque um simpático muçulmano resolveu muito justamente esmagar uns quantos infiéis, os malditos dos judeus já estão outra vez a "vitimizar-se". Muito gosta aquela gente de se"vitimizar". Não nos admirava que eles se tivessem feito esmagar só para se poderem "vitimizar".
Aliás, na verdade nem aconteceu nada. Muito boa gente tem a certeza absoluta de que jamais os colonos árabes atacaram os judeus. Os judeus é que gostam de inventar coisas.


 Na sequência do post anterior:

Terrorista mata em Jerusalém. Jornalistas culpam camião.


ATAQUE TERRORISTA EM JERUSALÉM: MANCHETES FALHADAS
Via HONEST REPORTING


O ataque terrorista cometido com um camião no bairro de Armon Hanatziv, em Jerusalém, e que, até agora, matou quatro israelitas e feriu muitos outros, gerou muitas manchetes em todo o mundo.
Porque é que as manchetes são importantesÉ que a maioria das pessoas só lê as manchetes, tanto nos jornais como nas redes sociais, e não lê a maioria dos artigos.
Assim, muitos leitores casuais que não seguem de perto o conflito israelo-árabe, tudo o que sabem sobre o  Médio Oriente é a partir das manchetes e alertas de artigos que não lêem.
Neste caso, muitos leitores casuais simplesmente não estão cientes de dois pontos salientes:

    
Aqui está uma selecção dos piores casos de manchetes manipuladoras no rescaldo imediato do ataque. O que todas têm em comum é a atribuição de responsabilidade pelo ataque a um veículo, a um camião, apesar do facto de que um motorista, neste caso um terrorista 'palestino', estava ao volante.
 CNN:



Nota nossa: note-se as proverbiais aspas, porque um ataque terrorista que mate judeus, não é ataque terrorista, é  qualquer outra coisa.


  (...) 

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E NÓS NÃO APRENDEMOS COM ISRAEL 
Há muito que Israel nos vem avisando, a todos no Mundo Livre, para não cometermos o erro de deixar os colonos muçulmanos entrarem. A partir daí, os princípios morais judaico-cristãos, democráticos e  helenistas, não nos permitirão mais correr com eles...
Os jornalistas são os pontas de lança do branqueamento do islamismo (e os islamistas bem lhes pagam para tal). Felizmente que a credibilidade dos media tradicionais se está a evaporar.
A propósito, um trecho de um excelente artigo de Helena Matos:


(...) "Nos primeiros atentados gritava-se que nada colocaria em causa o nosso modo de vida. O atentado era então o resultado de uma qualquer iniquidade recente do mundo capitalista ou pretérita da santíssima inquisição porque, como é óbvio, feita a excepção ao capitalismo e à sociedade machista e cristã ocidental, todo o restante mundo é um oásis de tolerância. O facto de os autores dos atentados gritarem alto e bom som o seu ódio apenas explicava a sua mágoa pelas injustiças cometidas contra eles ou contra os seus antepassados. Não estávamos diante de terroristas mas de pessoas por assim dizer magoadas. Do mundo ocidental, atávico, ultra-montano e intolerante choveram milhões para iniciativas como a Aliança de Civilizações.

Depois os atentados continuaram e passámos para a fase do fanatismo. Claro que havia fanatismo de ambos os lados, mas do lado dos terroristas alguns fanáticos, uma minoria, praticava atentados, mas era apenas fanatismo contra fanatismo. E claro todos éramos vítimas: as vítimas propriamente ditas, os outros que não tendo sido vítimas eram vítimas por simpatia e pelo facebook e, como não, aqueles que se sentiam discriminados porque os olhavam com desconfiança por terem tendo convivido com os autores dos atentados, também eles eram vítimas. Agora já não da História, mas sim dos sistemas de protecção social, que é certo lhes deram casas mas nos subúrbios, garantiram acesso aos serviços de saúde mas com médicos para atender as suas mulheres, coisa que obviamente os ofendia… e outras iniquidades semelhantes donde não se pode excluir o facto de os seus filhos verem os colegas comer menus que os ofendem.

Como apesar das medidas tomadas para evitar estas ofensas os atentados continuaram entrámos no tempo do incidente: o incidente era levado a cabo por pessoa não identificada que nada podia associar a redes terroristas. Foram esses os gloriosos tempos da discussão entre o terrorista verdadeiramente terrorista e o terrorista que pratica o terrorismo numa espécie de terrorismo paralelo e não certificado.
Como os atentados não se detiveram perante o transcendente desta discussão, chegou a fase dos loucos: os autores dos atentados sofriam invariavelmente de perturbações mentais. O terrorismo tornou-se numa área da psiquiatria. Como se de uma praga se tratasse, gente concebia explosivos, pegava em facas, decapitava, enfim matava mas não o faziam por serem terroristas ou violentos, mas simplesmente porque sofriam de perturbações mentais. Como os psiquiatras jamais eram chamados a explicar que doença era esta que, ao contrário das outras, resistia à terapêutica, ficámos à espera de ver ressurgir o colete de forças para esta praga específica.

Infelizmente os atentados continuaram e o dilema entre o terrorista verdadeiro e o terrorista não verdadeiro, a par da questão do perturbado mental, deu lugar ao debate entre o Islão verdadeiro (bom e tolerante) e o Islão falso (violento). O Islão não chega aqui simplesmente por muitos dos terroristas serem muçulmanos. Acontece também que nos casos em que os terroristas não são muçulmanos eles são apenas terroristas.

Não nos interessa se o senhor que matou os seus concidadãos na Noruega é um nazi verdadeiro ou falso, se leu ou tresleu o Mein Kampf. Matou. Já se o terrorista gritar por Alá temos de ter em conta todo um conjunto de quesitos – o da mágoa civilizacional, o da perturbação mental – a que se junta a questão incontornável do verdadeiro e do falso Islão.
Os terroristas naturalmente fazem parte do falso Islão. Desgraçadamente os terroristas, fossem eles muçulmanos verdadeiros, muçulmanos falsos, católicos ou ateus, não se comoveram com esta nossa discussão teológica e continuaram a exercitar-se nas diversas formas de nos matar." (...)

International Business Times põe "ataque terrorista" entre aspas (claro!) e noticia que um camião embateu em pedestres. O HONEST REPORTING  conta tudo, mas é apenas mais do mesmo. 

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