terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Segundo a imprensa israelense, a nova ação de Israel serviria para amenizar a ira de setores pró-assentamentos com o ordenamento judicial de esvaziamento do assentamento de Amona, na Cisjordânia. O Exército israelense ordenou aos moradores de Amona que deixem suas casas em 48 horas para cumprir com a decisão judicial. Nos últimos anos, a expansão de colônias provocou pressões diplomáticas e condenações da comunidade internacional, incluindo do então governo de Barack Obama. — Nós estamos construindo e continuaremos a construir — declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.


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MUNDO
Israel desafia ONU e aprova mais 3 mil casas em assentamentos
Encorajado por Trump, Netanyahu expande política de ocupação de colônias









POR O GLOBO
31/01/17 - 20h07 | Atualizado: 31/01/17 - 21h08
Casas pré-fabricadas são instaladas perto de assentamento de Amona, que será esvaziado na Cisjordânia - THOMAS COEX / AFP



JERUSALÉM — O governo israelense anunciou planos de construir 3 mil novas residências em assentamentos na Cisjordânia, uma medida que vai de encontro direto à resolução unânime do Conselho de Segurança da ONU que cobra o cessar de todas as construções nas colônias em territórios palestinos ocupados. Em uma aparente reação positiva à posse de Donald Trump nos EUA, Jerusalém já havia anunciado outras 2.500 residências na região uma semana antes.

Em um comunicado de terça-feira, o Ministério da Defesa afirmou que a última construção foi aprovada pelo ministro Avigdor Lieberman e pelo premier Benjamin Netanyahu. As áreas ficam em territórios palestinos sob ocupação militar desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.


Segundo a imprensa israelense, a nova ação de Israel serviria para amenizar a ira de setores pró-assentamentos com o ordenamento judicial de esvaziamento do assentamento de Amona, na Cisjordânia. O Exército israelense ordenou aos moradores de Amona que deixem suas casas em 48 horas para cumprir com a decisão judicial.

Nos últimos anos, a expansão de colônias provocou pressões diplomáticas e condenações da comunidade internacional, incluindo do então governo de Barack Obama.

— Nós estamos construindo e continuaremos a construir — declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.


Em resposta ao anúncio das 2.500 construções da semana anterior, o número dois da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) pediu uma iniciativa internacional contra os assentamentos, considerados ilegais pela ONU.

— A comunidade internacional deve exigir imediatamente uma prestação de contas de Israel — afirmou o negociador palestino Saeb Erakat, acrescentando que "Israel se sente encorajado pelo apoio demonstrado pelo presidente americano Donald Trump".

CONVITE À CASA BRANCA



Netanyahu e trump se encontram na Trump Tower, em 2016 - HANDOUT / REUTERS

O premier israelense foi convidado a visitar Washington em fevereiro. Trump, por sua vez, expressou ser favorável a negociações diretas entre palestinos e israelenses. A Casa Branca planeja a mudança da embaixada dos Estados Unidos em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, apoiada por Netanyahu.

Cerca de 430 mil colonos israelenses vivem atualmente na Cisjordânia ocupada e mais de 200 mil em Jerusalém Oriental, que os palestinos querem que seja a capital do Estado ao qual aspiram. Um eventual apoio dos EUA a Jerusalém como capital não dividida de Israel é vista pela Autoridade Nacional Palestina como fatal a negociações de paz, já que retiraria um aval a negociações previsto nos Acordos de Oslo, mediados pelos americanos nos anos 1990.

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