terça-feira, 24 de janeiro de 2017

SIM!: E CUIDADO BIBI - NÃO VAMOS PERMITIR A REPETIÇÃO DE SUA PARTE DO GESTO DE 2014 - RETIRADA DAS TROPAS EM GAZA CONTRA A VONTADE DO TSAHAL E DO POVO DE ISRAEL E A PERMANÊNCIA MILITARIZADA DO ISLÃ E O TERRORISMO -. MAALEH ADUMIM NÃO É OUTRO BRINQUEDO E O APOIO DE UMA GESTÃO NORTE-AMERICANA OU O EQUILÍBRIO DE FORÇAS MUNDIAIS PLANETÁRIAS NÃO É ETERNO. LEMBRE-SE DE SEU PASSADO E REFLITA NO PRESENTE.

Netanyahu vê novas oportunidades com Trump, mas pede responsabilidade

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Jerusalém, 23 jan (EFE).- O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pediu aos membros de seu partido, Likud, cautela em suas atuações para não abalar as relações com o governo de Donald Trump.

"Temos diante de nós imensas e importantes oportunidades para a segurança e o futuro do Estado de Israel. Mas devemos ter responsabilidade e bom senso, para que não percamos nem o momento nem as oportunidades", disse Netanyahu aos deputados do Likud, segundo informou nesta segunda-feira o jornal digital "Ynet".

O primeiro-ministro pediu que se evitassem "surpresas", um dia após ter uma conversa "muito calorosa" por telefone com Trump por cerca de 30 minutos, na qual discutiram sobre a situação no Oriente Médio e acordaram um encontro em fevereiro.


"Esta é a hora para a diplomacia responsável e inteligente com amigos, uma diplomacia que fortalecerá a cooperação entre nós e restaurará a fé no governo de Israel e a nova administração em Washington para a melhora de nosso país", disse Netanyahu na reunião com os parlamentares.

A conversa entre os líderes americano e israelense, a primeira desde a posse de Trump na última sexta-feira, foi recebida como o início de uma nova etapa que porá fim às tensões nas relações entre Israel e o governo do ex-presidente Barack Obama.

Embora Trump tenha manifestado seu "apoio incondicional ao país", Netanyahu prefere agir com cautela, como demonstrou ontem, ao pedir a seu executivo que adiasse a votação de uma proposta de lei para anexar a colônia de Ma'aleh Adumim, na Cisjordânia, um projeto que é visto como o primeiro de uma campanha de anexação unilateral das terras que Israel ocupou em 1967.