quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Por favor: onde estavam os judeus e jornais norte-americanos durante as corrupções e mentiras de Hillary, ascensão de Sadan Hussein, também de Adolf Hitler e quanto aos crimes globais islamitas? Em 1929, 1948, 1956 e 1967 estes críticos fizeram o que por um Israel sujeito ao extermínio? De fato estes críticos de Trump e Netanyahu serviram bem aos maníacos ANTISSEMITAS e ainda seguem a mesma ideologia podre que os corrompe com facilidade e é mascarada com humanidade desequilibrada e religião perversa. Somente em Israel o Sionista Estado Judeu De Israel é benefício para todos que desejam a paz, chama devoradora de Iehouah Tseva'ot para os contrários. Shalom.

Por favor: onde estavam os judeus e jornais norte-americanos durante as corrupções e mentiras de Hillary, ascensão de Sadan Hussein, também de Adolf Hitler e quanto aos crimes globais islamitas? Em 1929, 1948, 1956 e 1967 estes críticos fizeram o que por um Israel sujeito ao extermínio? De fato estes críticos de Trump e Netanyahu serviram bem aos maníacos ANTISSEMITAS e ainda seguem a mesma ideologia podre que os corrompe com facilidade e é mascarada com humanidade desequilibrada e religião perversa. Somente em Israel o Sionista Estado Judeu De Israel é benefício para todos que desejam a paz, chama devoradora de Iehouah Tseva'ot para os contrários. Shalom.
MUNDO
Nos EUA, jornais e líderes judeus condenam plano de Trump sobre Israel
Presidente abandonou compromisso de décadas com solução de dois Estados para conflito

POR O GLOBO E AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

16/02/17 - 08h39 | Atualizado: 16/02/17 - 15h51Mulher alimenta bebê em frente a novos assentamentos em Israel GIL COHEN-MAGEN / AFP



WASHINGTON — A nova postura do presidente Donald Trump para os Estados Unidos sobre o Oriente Médio gerou uma onda de críticas dentro e fora do seu país. Os jornais e líderes judeus americanos condenaram o abandono do compromisso de décadas com uma solução de dois Estados para o conflito entre israelenses e palestinos. Na quarta-feira, em encontro com o premier de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca, o republicano rompeu com a política americana para a região e defendeu negociações diretas entre as duas partes sem o compromisso final de dois Estados. A representação dos EUA na ONU ratificou a posição, apesar de defender a criação de um Estado palestino.

O plano prevendo dois Estados foi abertamente apoiado, durante a maior parte dos últimos 50 anos, pelos sucessivos governos americanos, fossem republicanos ou democratas, mas Trump vem se distanciando dessa posição desde a sua eleição.


— Por muito tempo, pensei que a solução de dois Estados era a mais fácil. Mas, honestamente, se Israel e os palestinos estão felizes, eu estou feliz com o que eles prefiram — disse Trump, diante de um Netanyahu impassível. — Ele não pareceu muito otimista, pareceu? (risos)

Depois dos comentários, os editoriais dos maiores jornais americanos descreveram o posicionamento de Trump como "sem sentido", chamando a ideia de uma solução sem um Estado palestino de "absurda". Os editoriais de "New York Times", "Washington Post" e "Los Angeles Times" reforçaram ainda que o abandono da política aumentaria as chances de um conflito violento.

"Ele não ofereceu detalhes sobre qualquer iniciativa de paz, e a imprecisão dos seus comentários sugere que ele não tem ideia de como seguir em frente. A sua disposição, no entanto, para dar credibilidade àqueles que negariam um Estado separado para os palestinos certamente fará a paz mais difícil de alcançar", escreveu, em seu editorial, o "New York Times".


Já o "Washington Post" descreveu a guinada como um perigoso retrocesso que reduz as chances da paz. O jornal chamou o presidente de ingênuo por adotar um plano que ultrapassa os palestinos, alertando que pode ter armado um fracasso diplomático para si mesmo.

E, ainda, o "Los Angeles Times" disse que Trump destruiu uma solução de dois Estados no seu pronunciamento de quarta-feira, que marcou o seu primeiro encontro com Netanyahu desde a sua eleição.

"Um único Estado aceitável para os dois lado não é um 'negócio final' das imaginações de Trump; é a sua fantasia final", escreveu o seu editorial.Presidente Donald Trump se encontra com premier israelense, Benjamin Netanyahu, ao lado das suas mulheres, Melania Trump, de branco, e Sara Netanyahu, de rosa KEVIN LAMARQUE / REUTERS

NOS EUA, LÍDERES JUDEUS ASSUSTADOS

Líderes judeus nos Estados Unidos também reagiram com críticas ao posicionamento de Trump. Alguns classificaram a sua intenção de deixar de lado a criação de um Estado palestino de "bizarra" e "assustadora".

— Eu não tenho certeza se Trump entende as implicações — disse o rabino Jill Jacobs, que é diretor-executivo de uma organização de rabinos pelos direitos humanos, segundo o "Haaretz". — É uma sugestão muito perigosa.

Já o porta-voz da "Americans for Peace Now" lamentou o desperdício de uma oportunidade de mostrar a israelenses, palestinos e americanos um claro comprometimento com a paz.

— Os dois líderes não estão apenas privando Israel da possibilidade de alcançar a paz mas também minando o seu próprio futuro como um estado democrático e judeu. Estão entregando uma grande vitória a extremistas dos dois lados.

Por sua vez, a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, declarou nesta quinta-feira que os EUA apoiam "totalmente" a solução de dois Estados, mas sem descartar outras soluções.

— Nós apoiamos totalmente uma solução de dois Estados, mas também estamos pensando em alternativas — afirmou Haley a repórteres logo após uma reunião do Conselho de Segurança sobre o Oriente Médio.

MOMENTO SENSÍVEL

As declarações vêm no momento em que Netanyahu estuda com cautela se apoia ou não a solução de dois Estados para o conflito entre Israel e Palestina. O premier se comprometeu, com condições, a adotar a política em um discurso de 2009, e de maneira geral vem reiterando essa meta desde então. Mas, dadas a instabilidade regional e as divisões já antigas na política palestina, muitos membros do seu Gabinete argumentam que o momento não é oportuno para o surgimento de um Estado palestino.

É a primeira vez que Netanyahu, líder de uma coalizão de direita, se encontra com um presidente republicano na Casa Branca. Ele chegou a se encontrar com Trump quando o bilionário ainda era candidato à Presidência. As esperanças do premier são de melhorar a relação com o governo americano sob o comando de Trump, que já de vários sinais claros de uma postura favorável a Israel. Desde que o republicano chegou ao poder, o governo israelense já aprovou a expansão dos assentamentos de judeus com milhares de novas casas.

Netanyahu e Barack Obama não tinham uma relação próxima, e ela ficou ainda mais distante depois que os EUA se abstiveram em uma votação no Conselho de Segurança da ONU que condenou os assentamentos israelenses na Cisjordânia e Jerusalém Oriental.

Durante a campanha presidencial, Trump assumiu uma postura abertamente pró-Israel. O republicano prometeu transferir a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, fortalencendo a posição de David Friedman, indicado para o cargo de embaixador no país e um defensor dos assentamentos nos territórios ocupados.

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