quarta-feira, 29 de março de 2017

YEHOWAH TSEVA'OT; IEHOUAH DOS EXÉRCITOS É CONTRA VOCÊS ULTRAORTODOXOS E SUA MANIFESTAÇÃO É CONTRA A TORAH QUE ELE DEU MEDIANTE MOSHEH. ISRAEL PARA EXISTIR REQUER TOTAL COMPROMETIMENTO MILITAR DE TODOS SEUS INTERESSADOS EM QUALQUER ÉPOCA DE TEMPO, CASO CONTRÁRIO NÃO HÁ TERRA, NAÇÃO, POVO OU PÁTRIA COM DIREITO DE PRATICAR A TORAH. UM HOMEM DE TORAH QUE NO SHABAT DEFENDA DENTRO E FORA DE ISRAEL O DIREITO DE BILHÕES VIVEREM COMO JUDEUS E PRATICANTES DA TORAH MEDIANTE PARTICIPAÇÃO MILITAR É MUITO MAIS DESEJÁVEL PARA IEHOUAH ELOHIM DO QUE AQUELE QUE TENTE GUARDAR O SHABAT PONDO EM RISCO SUA SOBREVIVÊNCIA E A DE OUTRAS PESSOAS. NÃO HÁ TORAH SEM ARMAS. IEHOUAH É O SOBERANO DAS ARMAS DOS SEUS LEAIS. NOSSA NECESSIDADE MILITAR É DE ENVERGADURA MUNDIAL E REQUER CAPACIDADE DE DISSUASÃO GLOBAL EM FRENTES SIMULTÂNEAS. DE FATO PRECISAMOS NOS TORNAR UM IMPÉRIO PERMANENTE AINDA QUE EM PAZ COM TODOS OS POVOS


Milhares de judeus ultraortodoxos protestam em Israel contra serviço militar obrigatório

Manifestação foi organizada perto do centro de Jerusalém.

Milhares de judeus ultraortodoxos protestam nesta terça-feira (26) em Jerusalém contra serviço militar obrigatório (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)
Milhares de judeus ultraortodoxos protestaram nesta terça-feira (28) em Jerusalém contra o serviço militar obrigatório e o perigo da perversão que ele representa para os jovens, segundo eles.
Obrigatório salvo exceções, o serviço militar, de dois anos e oito meses para os homens e dois anos para as mulheres, é uma fonte constante de tensão para os ultraortodoxos, que representam cerca de 10% da população israelense.
"O Estado de Israel persegue os judeus", proclamava uma das faixas dos manifestantes, todos homens vestidos com o traje típico ultraortodoxo, chapéu e terno preto sobre uma camisa branca.
"O recrutamento é o Holocausto para o judaísmo da Torá", o ensinamento divino segundo a tradição judaica, versava outro cartaz.
"Melhor uma bala no corpo do que ir para o exército", disse à AFP Aaron Roth, de 45 anos, um dos manifestantes com uma longa barba preta.
A manifestação, cercada por um grande esquema de segurança, foi organizada perto do centro de Jerusalém por um setor ultraortodoxo radical.
Os ultraortodoxos seguem em estrita conformidade as regras do judaísmo na vida cotidiana e espiritual. Consideram o recrutamento como uma fonte de tentação para os jovens fora do mundo fechado de oração e estudo religioso.
O setor mais absolutista que organizou a manifestação se recusa a reconhecer o Estado de Israel, reconhecendo apenas como Estado aquele que seria estabelecido por Deus.