sexta-feira, 21 de abril de 2017

Israel é um Estado Judeu antes de ser uma democracia. E na sua natureza legítima na antiguidade (com ou sem milagres) e todas no último século bem como as campanhas violentas – assassinas – movidas contra judeus da parte de cristãos, muçulmanos, ateus e outros estão relacionadas com o Elohim de Israel e o direito de judeus – israelitas e hebreus viverem sua natureza humana. Portanto não é cabível que se permita em Israel a difusão ofensiva de religiões e crenças alheias. Você pode ser o que quiser, porém respeitando a natureza judaica de Israel. Se o governo não age é pior pois os ultra-ortodoxos que sequer reconhecem o governo sionista possuem a disposição de apedrejar veículos em movimento no Shabat, marchar contra manifestações gls com violência e impedir as evangelizações cristãs. As guerras deste século foram travadas por judeus e pelo judaísmo, ainda que sobre visão sionista, judeus rejeitados por todo planeta simplesmente por nascerem de avôs judeus ou não se alinharem com as religiões dos países hospedeiros. Não enxergar isso é cegueira ou então perversidade. Israel proporciona democracia, porém não pode perder sua identidade existencial em função da mesma. Mesmo um judeu cético e dito ateu vive e respira como integrante do povo da Torah e não da ONU, Novo Testamento ou outras opções. A Rússia acaba de proscrever os Testemunhas de Jeová; isso é anti-democrático. Em Israel os Testemunhas de Jeová não devem incomodar outros com sua pregação; isso é democrático. Cristãos, muçulmanos, assim como gays-lésbicas e cidadãos opositores de Israel podem morar, freqüentar instituições poderosas, votar e serem eleitos, participar das forças armadas e literalmente falar contra a sociedade e o governo. Não é a melhor democracia da planeta? Me parece que sim. Porém mais do que isso é impraticável. O exército e a polícia não podem ser fracos ou medíocres. Cada religião não pode fazer o que quiser e a política tem que se apegar á identidade judaica do povo judeu. A propósito: o cristianismo em qualquer versão costuma ser na prática uma ramificação do judaísmo rabínico primitivo confrontado com a Bíblia Hebraica (Antigo Testamento). Para judeus praticantes da linhagem rabínica ou mesmo atentos á Torah é algo inclinado para idolatria senão simplesmente idolatria. Para judeus auto-conscientes e críticos o cristianismo é uma manifestação adaptada do judaísmo com influências de outras filosofias, porém sem substituir ou superar a própria influência coletiva do mundo judeu. O cristianismo não é inimigo do judaísmo, porém em Israel tem que estar sujeito à controle. E pelo que se vê nos países cristãos requer também um equilíbrio global.


Presidente de Israel diz que perseguição aos cristãos é “mancha na humanidade”
Israel é único país do Oriente Médio que não faz perseguição religiosa
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por Jarbas Aragão
Presidente de Israel diz que perseguição aos cristãos é "mancha na humanidade"


O presidente de Israel Reuven Rivlin disse que a perseguição aos cristãos é “uma mancha na humanidade”. Durante um encontro com o chefe do Patriarcado Latino de Jerusalém, o Patriarca Ortodoxo Grego e outros líderes cristãos, o governante analisou a situação dos cristãos no Oriente Médio.


Rivlin lembrou dos ataques recentes de grupos extremistas como o Estado Islâmico contra os coptas na Península do Sinai, Egito, bem como repetidos ataques na Síria e no Iraque.

“Eu digo a vocês aqui, nossos irmãos cristãos de Jerusalém, estamos com vocês neste momento difícil”, asseverou o presidente. “Todos nós vimos as fotos da Síria. Visitei alguns dos feridos que estavam sendo tratados em hospitais israelenses. O que aconteceu lá com a comunidade cristã – e com todo o país – é uma mancha em toda a humanidade “, sublinhou.
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Ele enfatizou que o povo judeu “sabe melhor que qualquer outro o que significa orar com medo, e sofrer com terrorismo”. Fez um juramento que Israel “sempre protegerá sua liberdade de culto, sua segurança e a segurança de seus locais sagrados”.


Acrescentou que “isso continua tão verdadeiro hoje quanto era há quase 70 anos, quando declaramos nossa independência”. Finalizou dizendo que “Dentro das antigas muralhas de Jerusalém, podemos celebrar juntos as nossas religiões, podemos ver as nossas comunidades crescerem e – nas pegadas do passado – construir juntos um futuro compartilhado”.

O administrador Apostólico do Patriarcado, Pierbattista Pizzaballa, comemorou as declarações de Rivlin, dizendo: “Agradecemos sua solidariedade e palavras claras para com os cristãos”.


O Patriarca Ortodoxo Grego Teófilos III observou que “no mundo atual, cheio de confusão e perigo, a Terra Santa é o único lugar onde as pessoas podem se refugiar. Isso ficou claro nestes dias santos [Páscoa] quando recebemos milhares de peregrinos vindos do Oriente e do Ocidente”.

Israel é o único país do Oriente Médio onde não há perseguição aos cristãos. Com informações United with Israel





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