quarta-feira, 17 de maio de 2017

EXCETUANDO O EXAGERO DAS TEORIAS CONSPIRATÓRIAS, AS SEMELHANÇAS ENTRE ISRAEL E JAPÃO SÃO PERFEITAMENTE VISÍVEIS



http://espacoshugen.blogspot.com.br/2012/03/uma-outra-historia-do-japao-os-ainus-e.html



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Olá Irmãos
Dentre Os Estudos de nossa Ordem, aprendemos a influencia antropológica e antroposófica de cada hemisfério mundial , tanto do oriente no ocidente , como do ocidente no oriente.
Como estudamos a Ciência Jinai e Templária do Braço Oriental, temos outra visão sobre como tudo foi elaborado e constituído, culturalmente, socialmente, religiosamente, filosoficamente e principalmente marcialmente.
A Ciência Jinai não é uma suposição, mas uma realidade Histórica, ela remonta aos primórdios da raça Japonesa, Meu mestre de Shingon em Suzano, Aoki sensei dizia " Japonês de verdade é Ainu, Sanka e Tanka, essa é a tríade original de povos do Japão e eles vieram de Longe, das Terras Desertas e Geladas!
Aoki dizi isso por ser um Iniciado Yamabushi, e os Yamabushi conheciam bem suas origens como veremos a seguir sobre eles.
Naturalmente, os defensores da " Gloriosa Origem da Cultura Japonesa " aceita pelo Governo e outros interesses e que é ensinado nas escolas como uma forma de doutrinação e subserviência do povo combateram este pensamento avassalador, de que o Japão tem muitas Origens dos Povos Ocidentais.
Mas, um Iniciado sabe esperar a Roda da Fortuna, do Tempo, o que foi ridicularizado ontem, é a Lei do Amanhã, pelo simples fator de se esperar o tempo e a ciência a favor do tempo que é a Arqueologia, A Genética e a Antropologia, quando estas três ferramentas examinam minuciosamente cada centímetro de camada de terra, cada vestígio arquitetônico, cultural, religioso, cada espécime biológico, fica difícil sustentar Teorias incompletas ou parciais, estas disciplinas sempre abrem uma discussão ampla do que é realmente a História e como ela foi construída pelos vestígios e não somente pelos relatos.

Os Invasores Yamato (De origem Sino Coreanas) demoraram séculos para subjulgarem e exterminarem os povos indigenas japoneses devido aos Ainus e Sankas serem ferozes e endurecidos guerreiros já totalmente adaptados ao meio ambiente do Japão, no entanto também acabaram por aprender e conviver com os Ainus e Sankas, com seus costumes, mitologia (que deu origem ao Kojiki) e com suas Táticas Marciais como veremos a seguir.


O costume Ainu de sentar-se ao redor do fogo com a panela pendurada ao centro da sala é a´te hoje usado por todos os japoneses

Há muitos anos, existem pesquisas arqueológicas no Japão feitas tanto por Arqueólogos Japoneses, Chineses, Indianos e Ocidentais, que tem dado nova luz sobre a origem dos costumes Japoneses, seriam eles totalmente Chineses e Asiáticos Orientais?
E os Ainus, os índios Japoneses, aprenderem seus costumes de qual fonte?
Sabe-se hoje que os costumes dos Ainus, Sankas e Tankas (os três principais blocos indígenas do Japão), vieram da Sibéria e dos Aborígenes Australianos.
Em minhas pesquisas sobre a Forja Japonesa, descobri um item interessante forjado pelos Ainus 500 anos antes dos Japoneses forjarem suas espadas no formato atualmente conhecido como Katana. Os Ainus já forjavam espadas neste formato antes da influencia Chinesa chegar ao Japão, Antes de Amakuni, considerado o primeiro forjador ter feito suas espadas curvas a partir de 700 D.C, ou seja os Ainus já forjavam sabres curvos onde vemos todas as influências estéticas hoje exclusivamente japonesas desde 200 D.C


Tsuba Ainu Seculo 4


Espada curta Wakizashi Antiquíssimo, Ainu Museu Brooklyn EUA 


Os indícios Arqueológicos e Genéticos apontam os Ainus como uma mistura de Caucasianos Ocidentais oriundos do Oriente Médio ou Mediterrâneo e de povos da Polinésia (similar a origem dos índios das três Américas).

Na questão Marcial por exemplo a versão aceita é de que elas vieram da India através da China, mas isso não é totalmente verdade, antes de Bodhidharma ajustar o Shaolin na China, a Mongólia já praticava uma luta similar ao Sumo e Judo antes dele aparecer no Japão, que por sinal aprenderam dos Gregos que Aprenderam dos Guerreiros Egipicios de Kement que aprenderam as mesmas formas dos Hebreus, que aprenderam dos Sumérios e que finalmente aprenderam dos povos Sudaneses que ainda chamam sua Arte de Nuba e segundo pesquisas existe a mais de 14 mil anos! Basta observar o Nuba e dizemos, ué mas é Sumo?
Na africa também existe o Baggara, uma espécie de Kung Fu , fora isso temos as tradições da Capoeira Brasileira que veio da Africa também.


Na questão do Kendo e do Jodo isso também acontece, a luta de espadas e varas é uma das coisas mais antigas da Humanidade, e se observarmos sua real origem, basta observarmos a forma de lutar com espadas do Kalari Payati Indiano, da forma dos Antigos Arianos de usar espadas e Arcos, para voltamos ao berço da humanidade, Oriente Médio e Africa e lá acharmos a real origem. Os Guerreiros Suri praticam o Surma, uma brutal luta de Varas a milhares de anos, basta olhar sua aplicação para ver quantos elementos o Kendo bebeu de suas origens. Notadamente eles atacam mais nas pernas para poupar o guerreiro de ferimentos na cabeça pois isso seria contra-producente na questão de perder guerreiros valiosos em treinos brutais antes de enfrentar propriamente dito, um inimigo ou desperdiçar caçadores para sobrevivência (coisa que não vemos atualmente nas modernas artes marciais).




Recentemente foi achada uma tribo de Guerreiros Massai na Africa que forjam suas Lanças, facas e Espadas da mesma forma como os mestres forjadores do Japão forjam e temperam suas Lâminas, eles também fazem Espadas Tipo Katana há milhares de anos e dizem ter aprendido dos Deuses, chamam sua arte de HA Wanaraboo os indícios apontam mais de 10.000 anos de capacidade de Forja. Isso nos diz algo! Curiosamente os japoneses chamam a parte afiada do Katana de Ha (gume, fio da lâmina).
Os Zulu também tem um alarga tradição com os trabalhos em ferro,




No Kyudo por exemplo vemos a Origem nítida dos Ainus e de seus Arcos já curvados como hoje são os Arcos Japoneses,




guerreiro Ainu usando arco, repare na pegada usada (bico de falcão que também utilizamos no Shinto Ryu Tsukimoto Ha)




Antigo Arco ainu e setas de bambu naturais, repare no eixo sendo no primeiro terço do arco similar ao agora usado pelo Kyudo dito Japonês


O Uso do arco Japonês sofreu diversas influencias como a dos Coreanos, Chineses, Tartaros, Arianos, Mongois e ainda assim manteve diversas raizes Ainu.


O próprio Shintoísmo nasceu do antigo Ko-Shinto (古 Ko-Xintoísmo). Uma pratica Oriunda dos Ainus de antes do Período Jomon que foi depois modificada pelos invasores Yamato que literalmente se apoderaram de seu credo, demorou séculos mas os Yamabushis conseguiram restaurar seu Credo Original que depois foi chamado de Shugendo
para isso vamos olhar este artigo da Wikipédia 




Existem pesquizas arqueológicas sérias de que os próprios Samurais evoluíram de povos Ainus ao optarem por servirem os Yamato a fim de não serem dizimados como vemos as antigas estatuas do periodo Jomon que retratam Tsuwamonos (Antigos Guerreiros), uma das origens da palavra Samurai é Jisaburai, ou seja o que serve a terra, ou camponês armado.
Vejamos este Artigo publicado nas principais revistas de ciências antropológicas Americana:



Os Achados do antropólogo norte-americano C. Loring Brace, da Universidade de Michigan, certamente será polêmicos ao elucidar parte da História antiga do Japão. O olho da tempestade prevista será sobre os Ainu, um "racialmente diferente" grupo de cerca de 18.000 pessoas que vivem agora no norte da ilha de Hokkaido. Puro-sangue Ainu são fáceis de detectar: ​​têm a pele mais clara, mais pêlos no corpo, e tipos de narizes ocidentais que a maioria dos japoneses não possuem. A maioria dos japoneses tendem a olhar para os Ainu como uma sub raça.


Brace estudou esqueletos de cerca de 1.100 japoneses, Ainu, e outros grupos étnicos da Ásia e chegou à conclusão de que o samurai reverenciado do Japão são realmente descendentes dos Ainu, não da Yayoi de quem a maioria dos japoneses modernos são descendentes. Na verdade, Brace jogou mais lenha na fogueira com suas afirmações: 




"Dr. Brace disse que esta interpretação também explica por que as características faciais da classe dirigente japonesa são tantas vezes ao contrário dos típicos japoneses modernos. O samurai Ainu relacionada alcançado tal poder e prestígio no Japão medieval que se casaram com royality e nobreza, passando em Jomon-Ainu sangue nas classes mais altas, enquanto outros japoneses foram principalmente descendentes do Yoyoi. " 
As reações de cientistas japoneses terem sido silenciado assim. Um antropólogo japonês disse à Cinta, "Eu espero que você esteja errado". 


Os Ainu e sua origem sempre foi muito misteriosa, com algumas pessoas alegando que a Ainu são realmente branca ou proto-branca - em outras palavras, "branco". Actualmente, estudo Brace nega essa interpretação. 


(Wilford, John Noble,.. "Guerreiros exaltadas, raízes humildes," New York Times, 06 de junho de 1989 Cr J. Covey). 


Sobre as Origens Judaicas em Tradições Japonesas:


Achei este interessante Artigo sobre As Origens Judaicas no Japão:



A teoria de que os japoneses são descendentes das Dez Tribos Perdidas foi exposta pela primeira vez por N. Mcleod em Tóquio, por volta de 1870, e mais tarde desenvolvida por outros pesquisadores.
De acordo com a história japonesa antiga, os japoneses que imigraram para as atuais ilhas e lá se estabeleceram eram tribos obscuras de origem desconhecida. O reino que fundaram foi chamado de Yamato, palavra que não tem um significado definitivo em japonês. Como se chamavam de “Filhos dos Deuses dos Céus”, a palavraYamato pode ter derivado da expressão aramaico-hebraica Ya-Umato, que significa “Nação de D’us.” De forma semelhante, o antigo título para os imperadores japoneses, Sumera Mikoto, é sugestivo do hebraico antigo para “Sua Majestade Imperial de Samária”. Em 1930, o estudioso japonês Dr. Jenricho Oyabe fez a suposição de que Mikado -- o imperador japonês -- era descendente da tribo de Gad (enquanto os judeus que hoje moram em Kyoto se dizem descendentes da tribo de Zebulon).
Outros sugerem que o termo “samurai” faz lembrar Samária.
Entalhes preservados pelos samurais mostram os primeiros imigrantes vestidos de maneira muito semelhante à dos antigos assírios; eles também observavam ritos semelhantes àqueles observados pelos judeus.
O primeiro rei conhecido do Japão era chamado Osee e reinou aproximadamente em 730 a. C. Ele foi identificado com o último rei de Israel, Oséias, que morreu mais ou menos na mesma época, isto é, durante o exílio assírio das Dez Tribos de Israel. Há milhares de palavras japonesas sem origem etimológica no japonês e que podem ter sua origem no hebraico antigo. Por exemplo:

Hebraico 
Japonês

Agum - triste, angustiado 
Agumu - ficar deprimido

Daber - falar 
Daberu - bater papo

Goi - um não judeu, estrangeiro 
Gai - prefixo que designa um não japonês ou um estrangeiro

Kor - frio 
Koru - congelar

Knesset - assembléia, (Parlamento) 
Kensei - um governo constitucional

Shena - sono 
Shin - ir dormir

Há similaridades marcantes entre o hebraico antigo e a história japonesa. Por exemplo, os antigos japoneses começaram sua história no ano de Kinoye Tora, que pode ser interpretado como “alcançando a Toráh”, em hebraico. Da mesma forma, muitas das leis promulgadas durante a era Taikwa (após a ascensão do imperador Kotoku ao trono no século VII), com o propósito de melhorar a administração civil e introduzir padrões mais nobres de justiça social e ética, são surpreendentemente reminiscentes das leis hebraicas do Velho Testamento: por exemplo, a nacionalização da terra, a redistribuição da terra no sétimo ano (em contraste com o restante do VelhoTestamento), a proibição de maltratar o próprio corpo quando velando os mortos.
A reforma Taikwa pode ter sido um esforço dos sacerdotes Xintoístas para reviver as antigas tradições Xintoístas (de origem israelita, de acordo com essa teoria) como parte da luta contra o budismo.
Antiguidades encontradas no Japão foram, da mesma forma, ligadas às fontes assírias e judaicas. Foram observadas fortes semelhanças entre o antigo templo sagrado dos israelitas, que abrigava uma parte conhecida como O Mais Sagrado dos Sagrados e vários portais, e os templos xintoístas japoneses. McLeod observa semelhanças entre as carroças e o gado visto diariamente entre Otzu e Kyoto, e alega que “estas representam as antigas carroças daquele período, e o gado representa os touros de Bashan (bíblico). Essa raça de gado é muito mais forte e diferente de todas as outras existentes no Japão”.
Os cristãos da seita macuia (Makuya) empregam evidências históricas e arqueológicas para provar que os hada, uma antiga tribo japonesa que migrou da Ásia, são descendentes das Dez Tribos.
Também acreditam que a família real japonesa se origina da tribo hada; próximo a Koryuji, onde alguns descendentes dessa tribo vivem, pode ser visto um poço com as palavras “O Poço de Israel” inscritas na sua lateral. Membros da tribo yamabushi adoram seu deus nas montanhas e usam uma cobertura para a cabeça chamada tonkin, que lembra os filactérios (Em Hebraico: Tefilin).
BIBLIOGRAFIA
Association of Shinto Shrines. Basic Terms of Shinto(Tokyo, 1958).
Aston, W. G., Shinto, The Way of Gods (London, Longmans, Green & Co., 1905).
Brinkley, F., A History of the Japanese People (New York: Encyclopedia Britannica Co., 1915).
Eidelberg, Joseph, The Japanese and the Ten Lost Tribes(Israel: The Sycamore Press, 1980).
Sansom, George. A History of Japan (Stanford: Stanford University Press, 1958).
McLeod, N., Epitome of the Ancient History of Japan(Tokyo, 1879).










Também podemos Observar Ligações com A Maçonaria, Templarismo e Iluminattis
Um iteressante artigo do Jornalista Benjamim Fulford



Franco-maçons japoneses dizem que seus vínculos com os franco-maçons Ocidentais remontam aos tempos da Antiga Babilônia, Mesopotâmia e Egito, mas eu não fui capaz de verificar isso.Os vínculos verificáveis mais precoces remontam quando o império Khazar (judeus asquenazi são descendentes de Khazares) foi destruído pelos Mongóis e os Russos cerca de 1.000 anos atrás. Naquele tempo, sua elite fugiu com seu tesouro para a Europa e a China. O grupo que fugiu para a China então fugiu para o Japão conforme os exércitos Mongóis de Kublai Khan conquistava a China. Esse é o porquê da Estrela de David poder ser vista em santuários milenares no Japão. Os Khazares originais foram totalmente assimilados pela elite Japonesa pelos séculos seguintes, mas certas influências Maçônicas/Khazaristas se tornaram uma parte permanente da cultura 




Depois que o Almirante Perry chegou e forçou os Japoneses a abrirem sua economia, o homem de Rothschild (judeu-sionista) na Ásia, Jardine Matheson, enviou um agente para o Japão. Seu nome era Thomas Blake Glover e sua missão era criar um novo mercado de armas iniciando guerra civil e desintegração do Japão. O objetivo final dessa guerra era preparar o Japão para a colonização. Ele manobrou para vender alguns navios de guerra e armas, mas no fim, o complô de Glover foi descoberto e ele foi levado à falência.
Por essa época, aprendendo sobre a associação perdido há muito tempo, os Franco-maçons decidiram-se por uma aproximação diferente. Um agente especial Franco-maçom de Rothschild, Guido H.F. Verbeck, iniciou uma muito bem sucedida franquia Japonesa. Ele ó homem no centro dessa fotografia.

As pessoas ao redor dele são os (traidores) pais fundadores do Japão moderno e os membros veteranos da moderna original loja Franco-maçônica controlado por sionistas. Eles estabeleceram o imperador Meiji como seu símbolo e modernizaram o Japão.
Aos maçons Japoneses foi dada ampla assistência pelas suas contrapartes Judaica-Inglesa e Judaicas-Européias e ficaram, desta forma, aptos a desmontar a antiga vingança Khazar sobre a Rússia Imperial, na guerra Russo-Japonesa.
Em anos mais tarde, confrontados pelo racismo Ocidental, os Franco-maçons Japoneses decidiram que eles precisavam conquistar e modernizar toda a Ásia. Seu objetivo final era preparar para uma prova final com o Ocidente e tornar Tokyo a capital de um império da Asia Oriental.
Eles se aliaram ao Barão de Rothschild (Conhecido por nós como Adolf Hitler) e foram gravemente derrotados pelos Rockefellers, mas na verdade o império Rockefeller foi criado pelos… Rothschilds.
Depois da guerra, os vitoriosos Rockefellers (donos dos EUA) chegaram ao Japão para inspecionar sua nova possessão. Negociações sobre a nova ordem pós-guerra tomaram lugar principalmente no interior da Grande Loja Maçonica Japonesa (é uma instalação subterrânea oculta próxima à Torre de Tokyo). Todo Primeiro Ministro Japonês desde a guerra foi um Franco-maçom. Aos governantes Japoneses é de conhecimento comum que seus governantes secretos são David Rockefeller e seu filho único Jay Rockefeller.
A antiga conexão Rothschild ainda existe, mas, desde que os Rockefellers foram vitoriosas na 2ªGM, são os arrogantes/psicopatas Rockefellers que exercem o maior controle.
Hoje em dia, o Japão permanece sendo um estado vassalo, fazendo imensos pagamentos anuais a seus novos mestres. Em teoria, eles podem receber $35 trilhões em papéis sem valor (dados oficiais põem o número próximo a $5 trilhões, dados secretos em mais de $35 trilhões), que têm sido dados em troca por 60 anos para suprir Americanos com rádios, TV’s, carros etc, (político japonês Shintaro Ishihara disse: produto fabricado no Japão custa mais barato nos EUA do que no país de origem). Mais recentemente, os Japoneses têm sido ameaçados à submissão com poderosas armas secretas. Usando o ex-Primeiro Ministro Koizumi e o Ministro das Finanças Heizo Takenaka, eles também projetaram uma semi-secreta tomada de comando do sistema bancário comercial Japonês. Por exemplo, o novo logo do banco Tokyo Mitsubishi UFJ (maior sistema de poupança do mundo) é um olho Maçônico-Illuminati.

Ano passado, o governo Japonês proveu os Illuminati com perto de $800 bilhões que usaram para financiar as guerras e dívidas públicas dos EUA e circulam pelo mundo comprando ações de outras companhias e bens imobiliários.
Com a chegada da sociedades secretas asiáticas e japonesas (Black Dragon Society, White Dragon Society, Green and the Red Societies) na equação do poder, o governo sionista Japonês está agora considerando como renegociar seu status.
O plano que eu sugeri a eles é fazer uma aliança com a China, Índia, Rússia e os países muçulmanos livres (p. e. Malásia, Indonésia), América do Sul e África etc. antes de anunciar ao mundo que eles não mais financiarão os Rockefellers, Rothschilds e seu gênero Illuminati.
Em lugar, eles exigirão um encontro global para discutir uma nova forma de dirigir o planeta. Eles também se oferecerão para financiar uma batalha para pôr fim à toda pobreza, destruição ambiental e doenças.
Porque o sistema socialista/facista militar e industrial dos EUA entraria em colapso sem financiamento Japonês, os EUA continuariam a receber generosos financiamentos em troca de uma promessa para usar o Pentágono para liderar a nova guerra contra a pobreza, destruição ambiental e doenças. A aliança comuista sino-americana desta forma se tornaria um obstáculo para a base do novo sistema internacional.
Esse plano está sob séria consideração e as rodas estão em movimento.




Outro Artigo esta publicado na Universidade de Osaka pelo professor Arimasa Kubo, estudioso de Hebraico bíblico e Arqueologia experimental:
Muitas das cerimônias tradicionais no Japão parecem indicar que as Tribos Perdidas de Israel veio para o Japão antigo. arca da aliança de Israel (esquerda) e "omikoshi" arca do Japão (direita) Em Nagano, Japão , há um santuário Shinto grande chamado "Suwa-Taisha" (xintoísmo é a religião nacional peculiar tradicional do Japão). Suwa-Taisha A, o tradicional festival chamado "Ontohsai" é realizada em 15 de abril a cada ano (Quando os japoneses usaram o calendário lunar foi março-abril). Este festival mostra a história de Isaac no capítulo 22 do Gênesis, na Bíblia - quando Abraão estava prestes a sacrificar seu próprio filho, Isaac. O "Ontohsai" festival, realizada desde os tempos antigos, é considerado o mais importante festival de "Suwa-Taisha." A "Suwa-Taisha" santuário Na parte de trás do santuário "Suwa-Taisha," há uma montanha chamada mt. Moriya ("Moriya-san", em japonês). As pessoas da área de Suwa chamar o deus do Monte. Moriya "Moriya não kami", que significa, o "deus da Moriya." Este santuário foi construído para adorar o "deus da Moriya."No festival, um garoto é amarrado por uma corda a um pilar de madeira, e colocado sobre um tapete de bambu.Um sacerdote xintoísta lhe vem preparando uma faca, e ele corta uma parte do topo do pilar de madeira, mas, em seguida, um mensageiro (outro padre) vem aí, eo menino é solto. Isso lembra a história bíblica em que Isaac foi liberado depois que um anjo veio a Abraão. A faca e espada usada no "Ontohsai" festival Neste festival, os sacrifícios de animais também são oferecidos. 75 veados são sacrificados, mas entre eles, acredita-se que há um cervo com sua separação da orelha. O veado é considerado o único Deus preparado.Poderia ter tido alguma ligação com o carneiro que Deus preparou e foi sacrificado após Isaac foi lançado. Uma vez que o carneiro foi pego na mata pelos chifres, o ouvido poderia ter sido dividido. Em tempos antigos do Japão não havia ovelhas e que poderia ser a razão pela qual eles usaram cervo (veado é Kosher). Mesmo em tempos históricos, as pessoas pensavam que este costume de sacrifício de veado era estranho, porque o sacrifício de animais não é uma tradição Shinto. Meu amigo foi para Israel e vi um festival da Páscoa no Monte. Gerizim em Samaria. Ele pediu um padre Samaritano quantos carneiros foram oferecidos. O padre respondeu que eles usaram para oferecer 75. Isto pode ter uma conexão com os 75 veados, que foram oferecidos em Suwa-Taisha santuário no Japão. Abraão e Isaac As pessoas chamam este festival "o festival para Misakuchi-deus". "Misakuchi" pode ser "mi-Isaku-chi". "Mi" significa "grande", "Isaku" é mais provável Isaac (a palavra hebraica "Yitzhak"), e "qui" é algo para o final da palavra. Parece que o povo de Suwa fez Isaac um deus, provavelmente pela influência de adoradores de ídolos. Hoje, este costume do menino prestes a ser sacrificada e, em seguida liberados, já não é praticada, mas ainda podemos ver o costume da madeira pilar chamado "oniye-basira", que significa "sacrifício pilares".


O "oniye-Bashira" em que o menino deveria ser amarradoAtualmente, as pessoas usam animais empalhados em vez de realizar um sacrifício animal real. Amarrar um menino junto com o sacrifício de animais era considerado selvagem por pessoas da era Meiji (cerca de 100 anos atrás), e esses costumes foram interrompidas. No entanto, o festival em si ainda continua. O costume de o garoto ter sido mantida até o início da era Meiji. Masumi Sugae, que era um estudioso japonês e um escritor de viagens na era Edo (cerca de 200 anos atrás), escreveu um registro de suas viagens e anotou o que viu em Suwa. O registro mostra os detalhes de "Ontohsai". Ele diz que o costume do menino prestes a ser sacrificada e sua libertação definitiva, bem como os sacrifícios de animais que existiam naqueles dias. Seus registros são mantidos no museu perto Suwa-Taisha. O festival de "Ontohsai" foi mantida pela família Moriya, desde os tempos antigos. A família pensa em Moriya "Moriya-no-kami" (deus da Moriya) como deus do seu antepassado.Eles também consideram "Mt. Moriya" como o lugar santo. O nome, "Moriya," poderia ter vindo de "Moriá" (a palavra hebraica "Moriyyah") de Gênesis 22:2, que é hoje Monte do Templo de Jerusalém. Entre os judeus, Deus de Moriá significa o Deus único e verdadeiro que a Bíblia ensina. A família Moriya foram hospeda o festival por 78 gerações. Eo curador do museu me disse que a fé no Deus da Moriya tinha existido entre o povo desde o tempo do BCE Aparentemente, nenhum outro país, mas o Japão tem um festival que ilustram a história bíblica de Abraão e Isaac. Esta tradição parece fornecer forte evidência de que os antigos israelitas chegou ao Japão antigo. japonês religiosos sacerdotes "Yamabushi" Put A Black Box em suas testas assim como os judeus Put A Phylactery em suas testas. "Yamabushi" é um homem religioso em treinamento exclusivo para Japan. Hoje, eles são pensados ​​para pertencer ao budismo japonês. No entanto, o budismo na China, Coréia e Índia não temos tal costume. O costume de "yamabushi" já existia no Japão antes do Budismo foi importado para o Japão no século VII. Na testa de "Yamabushi", ele coloca uma pequena caixa preta chamada "tokin", que é amarrado na cabeça com um cordão preto . Ele lembra muito um judeu colocar um talismã (caixa preta) em sua testa com um cordão preto. O tamanho desta caixa preta "tokin" é quase o mesmo que o talismã judaica, mas seu formato é redondo e flor-like.





Originalmente, o talismã judaica colocado na testa parece ter vindo da testa "placa" colocar o sumo sacerdote Arão com um cabo (Êxodo 28:36-38). Era cerca de 4 centímetros (1,6 polegadas) de tamanho de acordo com o folclore, e alguns estudiosos sustentam que ela foi em forma de flor. Se assim for, era muito semelhante à forma de os japoneses "tokin" usados ​​pelos "yamabushi".





Um judeu com um talismã soprando um shofar Israel e Japão são os dois únicos países no mundo que eu conheço que o uso da caixa preta na testa para fins religiosos. Além disso, o "yamabushi" use uma concha grande como um chifre. Isto é muito semelhante aos judeus soprando um shofar ou chifre de carneiro. Do jeito que está queimado e os sons do "yamabushi do" chifre são muito semelhantes às de um shofar. Porque não há ovelhas no Japão, o "yamabushi" teve que usar chifres concha em vez de chifres de carneiros."Yamabushis" são pessoas que consideram as montanhas como locais sagrados para a formação religiosa. Os israelitas também considerado montanhas como os seus lugares santos. Os Dez Mandamentos da Torá foi dada no Monte. Sinai. Jerusalém é uma cidade em uma montanha. No Japão, existe a lenda de "Tengu" que vive em uma montanha e tem a figura de um "Yamabushi". Ele tem um nariz pronunciado e capacidades sobrenaturais.A "ninja", que era um agente ou espião nos velhos tempos, enquanto trabalhava para o seu senhor, vai para "Tengu" na montanha para obter dele habilidades sobrenaturais. "Tengu" dá-lhe uma "tora-no-maki" (um de rolagem do "tora") depois de lhe dar poderes adicionais. Esse "deslocamento da tora" é considerado como um livro muito importante que é útil para qualquer crise. Japoneses usam esta palavra algumas vezes em sua vida atual. Não há conhecimento de que um rolo de papel real de uma Torá judaica jamais foi encontrado em um site japonês histórico. No entanto, parece que este "rolo da tora" é uma derivação da Torá judaica.











Bem irmãos, como então podemos observar temos muito que aprender antes de falarmos isso é tal coisa, ou tal coisa é somente assim, infelizmente tomando emprestado o termo que um irmão recentemente me falou e achei ótimo " A cultura de um grande povo esta sendo regida por um bando de Gente de Fraldas que não sabem nem sequer a origem e significado de tudo".
Para piorar tudo, as novas gerações copiam o que sabem, elas não questionam, não se perguntam "Mas será que é só assim que as coisas são?" Elas digerem facilmente a história dita aceita e confortável por todos, um s[abio uma vez disse " A História é feita e construída pelos que vencem, mas a verdade é exposta pelos Indícios Arqueológicos".
Futuramente vamos colocar mais coisas sobre estes ditos "mistérios", da cultura do Japão, dos samurais e demais coisas como Piramides Japonesas, ligações com o Antigo Egito e outros assuntos ligados as Ordens no Oriente. 
Gasho 






























Postado há 5th March 2012 por shugen


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Na verdade os turcos (Que na verdade são originários do norte da China e sul da Mongólia) levaram o sumô para a região que hoje é conhecida como Turquia, e assim por diante passaram para os gregos.Responder



Obrigado Irmão, Seja bem vindo e está aqui anotado, ajudou bastante, 
GashoResponder

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