segunda-feira, 15 de maio de 2017

NÃO SEJA ENGANADO PELAS TÉCNICAS DE PROPAGANDA PALESTINIANA. O ESTATUTO DA HAMAS ORIENTA TODO MUÇULMANO AO USO DE MENTIRAS E ESTRATÉGIAS PSICOLÓGICAS E INFORMACIONAIS CONTRA TODOS OS ISRAELITAS. VÃO SE EMPENHAR TODO TEMPO PARA ESCREVER UMA HISTÓRIA OU VÁRIAS ESTÓRIAS FALSAS ATÉ CONSEGUIR SUBSTITUIR AS VERDADEIRAS. OLHE PARA OS FATOS: COMO VIVERAM E VIVEM JUDEUS E CRISTÃOS SOBRE DITADURAS ISLÂMICAS, RECORDANDO QUE AS NAÇÕES ISLÂMICAS SÃO NORMALMENTE DITATORIAIS?






“QUANTOS JUDEUS TERIA DE MATAR PARA VINGAR O MEU IRMÃO?”



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“Quantos judeus teria de matar para vingar o meu irmão?”

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Tinha 15 anos quando pegou nas armas pela primeira vez, para combater nas fileiras do Fatah, durante a primeira Intifada. Foi numa prisão israelita que decidiu abraçar a não-violência, em 1993, mas o assassinato do irmão, Youssef, abatido por um soldado israelita em 2001, obrigou Ali a ir ainda mais longe: “Quantos judeus teria de matar para vingar a morte do meu irmão? Foi então que percebi que a única forma de quebrar o círculo do ódio era começar a falar com o outro lado.”
- CLARO, PORÉM FALAR COM O OUTRO LADO PARA PROMOVER OS MESMOS OBJETIVOS DO TERRORISMO É QUEBRA DO CÍRCULO DE ÓDIO? -

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Ali Abu Awwad é um dos mais destacados representantes de uma nova geração de activistas palestinianos que se inspiram dos ensinamentos de Mohandas Gandhi, Martin Luther King e Nelson Mandela.
- OS DESAFIOS VIVIDOS POR ISRAELENSES E PALESTINIANOS DERIVAM DE UMA GUERRA RELIGIOSA IDEOLÓGICA DO ISLÃ EXPANSIONISTA CONTRA UM DIMINUTO ISRAEL CONTIDO E MODERADO. BUSQUE-SE A PAZ SEM MAQUIAGENS. -

Empenhado em criar uma frente palestiniana de resistência não-violenta, está profundamente convencido de que a paz só será possível quando os judeus se libertarem do medo: “A história do povo judeu é uma série horrível de experiências traumáticas e temos de os ajudar a libertarem-se do medo. Não são eles os nossos inimigos, mas sim o medo que os determina e eu recuso continuar a ser vítima desse medo”, disse à euronews em Genebra, onde participou no debate “Israelitas e palestinianos contra a ocupação”.
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- NÃO HÁ OCUPAÇÃO, SENÃO A ISLÂMICA EM TERRAS HEBRÉIAS E JUDAICAS POR 3.500 ANOS. SE UNAM ISRAELITAS E PALESTINIANOS POR UM ISRAEL BÍBLICO, PLENO E SEGURO, AMIGO DAS BOAS FAMÍLIAS DO ORIENTE MÉDIO E PARCEIRO DAS MESMAS EM TEMPOS DE PAZ E GUERRA. -


Nasceu em 1972 próximo de Hébron, do lado palestiniano, numa família muito envolvida na política. Ouvia contar como tinham sido obrigados em 1948 a deixar as terras e a localidade de Al-Qubayba onde viviam, destruída pelo exército israelita.
- 1948 FOI UMA GUERRA ÁRABE DESTINADA AO EXTERMÍNIO DE TODOS OS JUDEUS. TE CONTARAM ISSO? -

A mãe estava ligada ao Fatah e eram frequentes as visitas dos soldados e as cenas de brutalidade quando queriam obter informações sobre palestinianos envolvidos em operações anti-Israel. Activo na intifada que deflagrou em Dezembro de 1987, Ali atirava pedras e “cocktails molotov” às tropas israelitas.
- OS SOLDADOS DE QUALQUER NAÇÃO REAGIRIAM COMO? -

Com 18 anos, em 1990, foi condenado a dez anos de prisão, dos quais cumpriu quarto e foi libertado na sequência dos Acordos de Oslo.
- LIBERDADE INDEPENDENTE DA DISPOSIÇÃO, FOI JUSTO? -

Estava em convalescença depois de ter sido ferido na Cisjordânia pelos tiros de um colono quando soube que Youssef tinha sido morto num posto de controlo. Tinha descoberto o poder da não-violência durante o cativeiro, quando, depois de 17 dias de greve da fome com a mãe, que estava na mesma penitenciária, lhes foi autorizado o contacto.
- FERIDO POR ALGUÉM QUE PRECISOU SE DEFENDER, PERCEBEU UM MEIO DE PAZ OU AGRESSÃO POLÍTICA? -

Foi, no entanto, a morte do irmão que o empurrou para uma decisão radical: “Dei comigo numa encruzilhada. Assaltado pelo ódio, fui obrigado a dar uma volta completa. Há 600 mil colonos na Cisjordânia, onde nós queremos criar um Estado palestiniano e em vez de os demonizar é preciso levar ambas as partes a assumirem responsabilidades e a negociarem uma saída do impasse.”
- PORQUE NÃO ACEITAR A SOBERANIA PLENA DO ESTADO JUDEU DE ISRAEL? O QUE SE DÁ EM TODA HISTÓRIA DA HUMANIDADE? -

Fundou o movimento Al Tariq (O Caminho), que ensina os princípios da resistência não-violenta aos palestinianos e desde a morte do irmão faz parte do Fórum Israelo-Palestino de Famílias Enlutadas, fundada por Yitzhak Frankenthal, um judeu ortodoxo cujo filho foi raptado e morto pelo Hamas.
- JUDEUS NÃO SÃO IGNORANTES E TAMPOUCO PREVALECE ENTRE ELES O ÓDIO. É INÚTIL TENTAR NOS USAR DESSA FORMA. -


Na região de Gush Etzion, território palestiniano ocupado por uma vintena de colonatos sob controlo do Estado hebreu, entre Belém e Hebron, fundou com outro irmão, Khaled, e o rabino Hanan Shlezinger, a ONG “Raízes”, que organiza encontros entre palestinianos e judeus e envolve hoje cerca de 18 mil pessoas.
Não faltam razões para a violência, precisamos é de uma saída
- A SAÍDA NÃO REQUER A DESTRUIÇÃO DA NAÇÃO E POVO DE ISRAEL. -

A não-violência não é cobardia, fraqueza? Não é faltar à solidariedade com as vítimas? Ali replica, a voz pesada: “As condições de vida em que se encontra hoje a população palestiniana são duríssimas. O nosso objectivo é que a raiva e o ressentimento provocado por todas as humilhações e injustiças que fazem o quotidiano dos palestinianos sejam canalizados para acções de resistência não violenta.”
- COMECEM POR SE DESARMAR DEFINITIVAMENTE. -
Frisa que aquilo a que Gandhi chamava “satyagraha”, a resistência não-violenta, é o único caminho rumo a uma solução que permita a todos no Médio Oriente viver com dignidade, em liberdade e segurança.
- NÃO VIOLÊNCIA TAMBÉM ENVOLVE MENTE E ESPÍRITO. -

“Há anos que os palestinianos vivem num desespero extremo. Tanto a comunidade internacional como a sociedade israelita não nos deram nenhuma esperança, nenhum modelo de solução pacífica. O papel da não-violência é falar ao desespero das pessoas – não para lhes dizer que têm razão, mas para lhes mostrar uma saída.”
- RECONHECIMENTO INCONDICIONAL DA SOBERANIA DE ISRAEL. -

Convencido de que as pessoas anseiam por uma solução e querem agir de acordo com princípios humanitários, Ali Abu Awwad fala a toda a gente, incluindo às facções mais radicais. Diz que o seu objectivo é conseguir o envolvimento de todos num combate por condições humanas para ambas as partes e que esta é a única via que pode trazer a liberdade aos palestinianos.
- HUMANITARISMO SOMENTE COM TOTAL SUPRESSÃO DAS ASPIRAÇÕES ISLÂMICAS, O CONTRÁRIO É DESUMANO. -

“Eu não discuto a identidade judaica, eu contesto as acções de Israel, são as acções que devem mudar. O meu apelo aos judeus de Israel é que assumam as suas responsabilidades e vençam o medo. Defendendo a nossa dignidade, estarão a defender a sua própria dignidade.”
- OS JUDEUS DE ISRAEL PRECISAM SE UNIFICAR EM GARANTIR PAZ E SEGURANÇA POR TODO ORIENTE-MÉDIO. -

Indigna-se quando fala da situação dos palestinianos na Cisjordânia: “O meu povo sofre aqui humilhações e crimes revoltantes. Para conseguir a paz, há que pôr fim à ocupação israelita. Um palestiniano não tem direito à água, à electricidade, não tem direito a construir, passa três horas bloqueado nas barreiras de controlo.”
- MALES CAUSADOS PELA AMEAÇA TERRORISTA DAS LIDERANÇAS TERRORISTAS PALESTINIANAS. MUDEM E TUDO MUDARÁ. -

Ali explica-nos que para conseguir sair do impasse, os activistas do Al Tariq trabalham com os líderes comunitários, criando espaços de acção onde há lugar para todos – judeus, cristãos ou muçulmanos: “Organizamos workshops em vários lugares na Palestina, plantamos árvores, limpamos as ruas, desenvolvemos projectos de responsabilidade civil, incentivamos a participação das mulheres e dos jovens, cooperamos com a comunidade internacional.”
- QUANTAS EXECUÇÕES CRUÉIS IMPEDEM EM GAZA? QUEM DETÉM OS CHACAIS MUÇULMANOS DA MORTE? -

Sublinha que o seu movimento está a criar as bases na sociedade para que os líderes políticos e os líderes comunitários comecem a agir segundo princípios de não-violência: “Estamos a envolver a sociedade palestiniana no processo e os líderes seguirão a sociedade. Temos de unir e não cavar divisões, como fazem os ocupantes – interpelar os políticos israelitas, mas também questionar o nosso olhar sobre os judeus.”
- O PRIMEIRO FOCO SEJA TERRITÓRIOS SOBRE DOMÍNIO PALESTINIANO. E HAJA RESULTADOS. -

Ali Abu Awwad sabe que escolheu uma batalha difícil. Diz que governo de Israel receia os movimentos da sociedade civil, em particular aqueles que atraem judeus e palestinianos, porque sabe que representam uma força poderosa. E que por isso são alvo de muito ódio, mas é o preço a pagar. Cita Gandhi: “Eles começam por te ignorar, depois riem-se de ti, em seguida atacam-te e finalmente vences.”
- PROPAGANDA ENGANOSA FAZ PARTE DO ESTATUTO DO HAMAS...! -

Está convencido de que, “no dia que os palestinianos se unirem massivamente num movimento não-violento, os israelitas vão erguer-se em defesa dos direitos (palestinianos).”
- ISSO JÁ ACONTECE. -

Os primeiros sinais de mudança profunda são já visíveis e muito incómodos para o governo de Israel, mesmo se ainda minoritários: há soldados israelitas que começam a recusar combater, os soldados do movimento “Combatants for Peace” recusam servir no exército.
- TRAIÇÃO DE TODO UM POVO ÁS CUSTAS DE VISÃO PARCIAL. -

Pressão internacional ( TERRORISMO FORMAL )
Sobre o movimento “Boicote, desinvestimento e sanções” (BDS), considera-o útil e necessário, lembrando que a não-violência é activa, não é passiva, mas acrescenta que deve fazer parte de um leque mais vasto de medidas.
- SIM, É TERROR FORMAL CONTRA TODO ISRAELENSE E JUDEU, MESMO OS ATRAPALHADOS QUE APOIAM A CAUSA TERRORISTA PALESTINIANA. -

Há mais de seis mil prisioneiros palestinianos nas prisões israelitas. Para Ali Abu Awwad, se Israel quer contribuir para uma solução, um dos passos é a libertação de todos os prisioneiros palestinianos, pois “não se pode esperar que os palestinianos renunciem à violência enquanto os seus pais e irmãos são vítimas de injustiça nas prisões israelitas.”
- NO CONTRÁRIO, TODO ISRAELITA ESTARIA MORTO OU MUTILADO... ACORDA DO PESADELO DE MENTIRAS. -

Recorda que não se pode esperar uma atitude humanitária de pessoas que continuam a ser humilhadas e diz que a comunidade internacional tem de pressionar o governo de Israel para que isto mude.
- SEJA CONTRA O TERRORISMO ISLÂMICO -

Vivem mais de 2,1 milhões refugiados palestinianos na Jordânia, cerca de 450 mil no Líbano, em campos de refugiados onde estão privados de uma existência digna. Ali alerta que a situação destas pessoas só mudará quando Israel quiser cooperar com a Autoridade Palestiniana, a entidade que representa estes refugiados, para fazer avançar uma solução de dois Estados que envolva também os refugiados palestinianos.
- É HORA DAS NAÇÕES ÁRABES RECEBEREM DE VOLTA AQUELES QUE ENVIARAM INUTILMENTE PARA DESTRUIR OS JUDEUS. -

Quanto aos ventos que podem soprar de Washington, diz que se a nova administração americana avançasse com a promessa eleitoral de Donald Trump de mudar a embaixada americana em Israel para Jerusalém significaria que não respeita o sangue derramado – o sangue palestiniano e o sangue judeu – “porque isso provocaria um imenso derramamento de sangue”.
- CHEGA! REAJA COMO TODA NAÇÃO QUE SE PREZA ISRAEL. NÃO BRINQUE COM TERRORISTAS. MÍSSEIS E PEDRAS MATAM E MUTILAM! -

Ali tem um conselho para o presidente Trump: “Em vez de tomar um dos lados do conflito, assuma urgentemente políticas que promovam uma solução, porque nem os palestinianos nem os judeus vão desaparecer. Dar apoio a um dos lados equivaleria a perpetuar o conflito.”
- SE CONCERTE TRUMP, APOIO TOTAL Á ISRAEL NESTE CASO É INDISCUTÍVEL. SE ELEGEU MENTINDO?-

Texto: Nelson Pereira, em Genebra.




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http://pt.euronews.com/2017/05/15/quantos-judeus-teria-de-matar-para-vingar-o-meu-irmao