domingo, 16 de julho de 2017

Não existe apoio incondicional à segurança de Israel quando o presidente francês coloca condicional à sua declaração que Jerusalém deixe de ser a capital unificada do Estado Judeu ou que por causa das pretensões políticas - religiosas - fundamentalistas e terroristas dos palestinianos, Israel seja retalhado em partes. Assim como se dá em proporção maior com o Irã, a França precisa ser reeducada no cenário global.


Publicado em 16 de jul de 2017
O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se reuniram neste domingo e destacaram a amizade dos dois países. Em uma cerimônia para lembrar a deportação de judeus de Paris, em 1942, Macron afirmou que não vai ceder ao antissionismo, que 'é a forma reinventada do antissemitismo’.


Apoio de Macron a Israel é "incondicional"
RTP
16 Jul, 2017, 21:21 | Mundo




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A ver: Apoio de Macron a Israel é "incondicional"
O presidente francês reafirma o apoio "incondicional " para a manutenção da segurança em Israel, mas quer que sejam retomadas as negociações para a paz no Médio Oriente. O pedido foi feito diretamente ao primeiro ministro israelita, em Paris.

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Não existe apoio incondicional à segurança de Israel quando o presidente francês coloca condicional à sua declaração que Jerusalém deixe de ser a capital unificada do Estado Judeu ou que por causa das pretensões políticas - religiosas - fundamentalistas e terroristas dos palestinianos, Israel seja retalhado em partes. Assim como se dá em proporção maior com o Irã, a França precisa ser reeducada no cenário global.