quinta-feira, 27 de julho de 2017

PARABÉNS NAFTALI BENNET POR SUA LEALDADE À LIDERANÇA DE IEHOUAH TSEVA'OT NESTE E OUTROS ASSUNTOS. ISRAEL E COMUNIDADE JUDAICA NÃO PODEM MAIS REPETIR OS ERROS GRAVÍSSIMOS DE SÉCULOS


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1 hora atrás ... Numa declaração à Rádio do Exército israelita, Naftali Bennet, líder do Partido da Casa Judaica, afirmou que a "capitulação de Israel" pode ...


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Um alto responsável da coligação governamental israelita, liderada por Benjamin Netanyahu, criticou hoje as autoridades de Israel por terem posto fim às medidas de segurança no acesso à Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém.

Numa declaração à Rádio do Exército israelita, Naftali Bennet, líder do Partido da Casa Judaica, afirmou que a "capitulação de Israel" pode desencadear mais atos de violência.

"Sempre que o Estado de Israel desiste de uma via estratégica, somos atingidos por uma Intifada. Beneficiamos apenas a curto prazo, mas, a longo prazo, perde-se a noção de dissuasão", afirmou Naftali Bennet.

As críticas do líder partidário foram feitas na sequência da decisão israelita de levantar todas as barreiras de controlo de acesso à Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém.
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A decisão do Governo israelita foi aplaudida pelos principais grupos palestinianos, cujos líderes religiosos deram hoje "luz verde" para que os fiéis possam regressar ao principal local de oração.

Milhares de palestinianos têm estado a rezar nas ruas em torno do templo, após apelos nesse sentido por parte dos líderes religiosos, desde que foram colocados dispositivos de segurança.

A decisão israelita surgiu nas vésperas da sexta-feira, dia da semana em que os fiéis muçulmanos efetuam as tradicionais orações na Esplanada das Mesquitas.

No início do mês, Israel instalou novas medidas de segurança após um atirador árabe ter abatido a tiro dois polícias dentro da área do templo.

Inicialmente, Israel instalou detetores de metais nas vias de acesso ao templo, mas a pressão popular e os protestos acabaram por levar Israel a retirá-los, trocando-os por câmaras de segurança.

Israel argumentou que as medidas foram uma "resposta natural e necessária" para evitar futuros ataques, enquanto os palestinianos referem que as autoridades israelitas pretendem expandir o controlo do templo.