domingo, 1 de abril de 2018

Parabéns Israel; parabéns Netanyahu; parabéns Tsahal; parabéns judeus e hebreus; israelitas e israelenses; sionistas e amigos: por se defenderem e defenderem a todos nós em toda parte do imperialismo islâmico, da propaganda terrorista que usa drama, mentira, manipulação e terror; do terrorismo como ferramenta de roubo, estupro, alienação, devastação, das falsas causas e da estupidez direcionada contra o bem-estar coletivo. Muito obrigado a Iehouah Elohim Tseva'ot e muito obrigado a vocês empenhados nesta luta gigantesca e desigual. Suas armas não podem contra opinião pública de ignorantes, bilhões recrutados pelo islã imperialista, perversidades acumuladas por mentes frustradas de todo o mundo, mas sua atitude, fé, energia, esperança e criatividade pode. Confie em você Israel, confie em Iehouah.


https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018040110880993-netanyahu-resposta-turquia-gaza/

"O exército mais moral do mundo não precisa de lições de alguém que durante anos bombardeia indiscriminadamente a população civil", disse Netanyahu de acordo com declaração divulgada pelo serviço de imprensa do premiê.



Netanyahu chama exército israelense do 'mais moral do mundo' e nega acusações da Turquia
© REUTERS/ Mohamad Torokman
12:28 01.04.2018(atualizado 12:31 01.04.2018)URL curta
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O premiê israelense negou as acusações apresentadas pela Turquia sobre o uso desproporcional de força contra manifestantes palestinos.

A Turquia criticou as ações dos militares israelenses que na sexta-feira (30) abriram fogo contra participantes das desordens na fronteira com a Faixa de Gaza, matando a tiros 15 pessoas e ferindo mais de 1.000 pessoas.

"O exército mais moral do mundo não precisa de lições de alguém que durante anos bombardeia indiscriminadamente a população civil", disse Netanyahu de acordo com declaração divulgada pelo serviço de imprensa do premiê.

'Forças de Defesa de Israel não deixarão nenhum palestino atravessar a fronteira'Em 31 março, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan chamou de "desumanos" os ataques do exército israelense contra os manifestantes que participavam da marcha do Dia da Terra Palestina.

Os militares israelenses reconhecem o uso de armas contra os participantes mais agressivos, explicando suas ações pela necessidade de defender as fronteiras. O exército israelense calculou que da ação participaram cerca de 30.000 palestinos, que levaram a cabo provocações. Os militares apontam que todos os palestinos mortos eram homens e tinham 18-30 anos de idade, e que pelo menos dez deles eram membros de vários grupos radicais palestinos.