domingo, 10 de junho de 2018

"O setor de startups israelense tem uma ampla gama de soluções que traz eficiência aos processos financeiros existentes. "Instituições financeiras em todo o mundo estão enfrentando desafios nas áreas de autenticação, interação com clientes e na transferência de moedas. Alguns processos como estes estão prestes a mudar completamente. Acredito firmemente que o Brasil e Israel têm muito a aprender um com o outro. São países que se completam", afirma Reich."



Torq fará a conexão entre instituições financeiras brasileiras e startups de Israel

O encontro gerará rodadas de negócios individuais entre os presentes

10 JUN2018
15h48

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Com o objetivo de apresentar novas soluções tecnológicas para o sistema financeiro brasileiro, o Torq promove, no próximo dia 11 de junho, evento que trará dez startups israelenses que apresentarão suas soluções em cyber security, biometria, autenticação, analytics, big data, voip, entre outros, para empresários brasileiros. O encontro também gerará rodadas de negócios individuais entre os presentes. "O Torq tem como um dos seus objetivos ser um hub de conexão com o sistema internacional e Israel, por ser um dos países mais inovadores do mundo, é fundamental neste contexto", afirma Marcelo Bradaschia, diretor do Torq. 

Lançado em março deste ano como uma iniciativa da Senior Solution, o Torq dedica-se a desenvolver projetos e conectar soluções inovadoras e disruptivas para empresas que fornecem ou utilizam serviços financeiros. Entre outros, o Torq conta com a parceria do consulado israelense. "O Torq é um parceiro muito próximo que temos no setor de startups e nos apoia em nossas atividades, promovendo os encontros mais produtivos entre empresas iniciantes israelenses e instituições brasileiras. Além disso, acompanha todo o processo posterior, ajudando os empresários a superarem os principais obstáculos associados à adoção de inovação", afirma o cônsul de Israel no Brasil, Itzhak Reich. 

Segundo o cônsul, o objetivo do encontro no Torq é criar uma atmosfera que facilite as interações certas entre entidades brasileiras e israelenses que resultem em oportunidades de negócios bem-sucedidas. "Estamos esperando que o público brasileiro interaja diretamente com as empresas israelenses", ressalta. 

Reich destaca ainda que o sistema financeiro brasileiro é um dos mais evoluídos do mundo e, por natureza, muito aberto à inovação. "As fintechs podem ser vistas pelas instituições tanto como ameaças quanto como oportunidades. Hoje, todos os jogadores tentam entender quais posições querem e precisam ocupar para manter e, potencialmente, ganhar participação de mercado adicional. As startups israelenses são extremamente evoluídas e inovadoras e podem fornecer valor aos acionistas do sistema financeiro", diz. 

O setor de startups israelense tem uma ampla gama de soluções que traz eficiência aos processos financeiros existentes. "Instituições financeiras em todo o mundo estão enfrentando desafios nas áreas de autenticação, interação com clientes e na transferência de moedas. Alguns processos como estes estão prestes a mudar completamente. Acredito firmemente que o Brasil e Israel têm muito a aprender um com o outro. São países que se completam", afirma Reich. 

Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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