sexta-feira, 14 de junho de 2019

CICLO QUOF ק UNIVERSO VAW ו MULTIVERSO IEHOUAH יהוה DIA A’ALEF א EM 28/07/2019 DIA TAOU/TAV ת EM 18/08/2019


CICLO QUOF ק UNIVERSO VAW ו MULTIVERSO IEHOUAH יהוה

DIA A’ALEF א EM 28/07/2019

DIA TAOU/TAV ת EM 18/08/2019



א A'alef

28/07/2019

ב Beith

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ג Guimel

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ש Shim Sim

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QUIAH LEIEHOUAH

QUIVAH LEIEHOUAH



CICLO TSAD צ UNIVERSO VAW ו MULTIVERSO IEHOUAH יהוה DIA A’ALEF א EM 06/07/2019 DIA TAOU/TAV ת EM 27/07/2019


CICLO TSAD צ UNIVERSO VAW ו MULTIVERSO IEHOUAH יהוה

DIA A’ALEF א EM 06/07/2019

DIA TAOU/TAV ת EM 27/07/2019


א A'alef

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ב Beith

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ג Guimel

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ד Daleth

09/07/19

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ח Chet

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TSIAH LEIEHOUAH

TSIVAH LEIEHOUAH



quinta-feira, 13 de junho de 2019

CICLO PÊ/FÊ פ UNIVERSO VAW ו MULTIVERSO IEHOUAH יהוה DIA A’ALEF א EM 14/06/2019 DIA TAOU/TAV ת EM 05/07/2019



CICLO PÊ/FÊ פ UNIVERSO VAW ו MULTIVERSO IEHOUAH יהוה



DIA A’ALEF א EM 14/06/2019



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א A'alef



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PIAH LEIEHOUAH




PIVAH LEIEHOUAH

quarta-feira, 12 de junho de 2019

ISRAEL COMO ESTADO JUDEU SOMENTE PODE SER SIONISTA EM TODAS SUAS ACEPÇÕES. TODO ISRAELENSE TEM QUE SERVIR OBRIGATORIAMENTE O EXÉRCITO E TER OS MESMOS DIREITOS, DEVERES DE CADA CIDADÃO. AVIGDOR LIEBERMAN ESTÁ CERTO, SEJA APOIADO. QUEM FUNDOU, LUTOU, ADMINISTROU, DEFENDE E LUTA POR ISRAEL FORAM E SÃO SIONISTAS E ISRAELITAS DE TODA VARIEDADE SOBRE A MAIS POTENTE UNIDADE. OS ULTRA ORTODOXOS ASSIM COMO TODOS QUE VIVEM DE ISRAEL E DO MUNDO JUDEU VIOLAM O ESPÍRITO E A MEMÓRIA DA TORAH E DO ELOHIM IEHOUAH AO SE CHOCAREM COM EXÉRCITO, GOVERNO E POVO. A NAÇÃO NÃO É SUA EXCLUSIVIDADE. OS NASCIDOS E QUE VIVEM ENTRE ELES NÃO PODEM SER PRIVADOS DA REALIDADE MUNDIAL E EDUCAÇÃO DE UM CIDADÃO HUMANO PLENO. ISSO REMETE AO FANATISMO MONSTRUOSO DE FUNDAMENTALISTAS ISLÂMICOS E TESTEMUNHAS DE JEOVÁ QUE BUSCAM PRIVAR SEUS FILHOS E MEMBROS DAS INFORMAÇÕES COMPATÍVEIS COM A FORMAÇÃO DE UMA PESSOA EQUILIBRADA NO TEMPO E MOMENTO DA EVOLUÇÃO HUMANA EM QUE NOS ENCONTRAMOS. ISRAELENSES E ISRAELITAS: SEJAM ISRAEL, POR ISRAEL E COM ISRAEL, SEJAM SIONISTAS, SEJAM UNIVERSAIS. RETIREM COMPLETAMENTE DAS ESFERAS DO ALTO PODER AQUILO QUE CORRÓI E DESTRÓI. NÃO IMPORTAM AS VISÕES INFANTIS DE UM ESQUERDA E DIREITA USADAS NOS E.U.A E BRASIL APENAS PRA MANIPULAR VOTOS DE MENTES AFOITAS. ISRAEL EXISTIU E EXISTE COM TODAS SUAS PARTES. RECORDEM E PRATIQUEM ISSO. SE É ISRAEL SEJA POR ISRAEL.


Descrição de chapéu
Batalha entre garçonetes de sutiã e ultraortodoxos judeus explica crise em Israel
País irá pela segunda vez no ano às urnas após desentendimento entre siglas religiosas e seculares

11.jun.2019 às 18h48
Loveday MorrisMiriam Berger
JERUSALÉM | THE WASHINGTON POST

Bastet, um café vegano e voltado ao público LGBT, com mesas azuis que se espalham pela calçada no centro de Jerusalém, é um oásis secular para os moradores que buscam um refresco no sábado, numa cidade que de modo geral se paralisa para o shabat judaico.

Mas toda semana uma procissão de homens ultraortodoxos, alguns com finos chapéus de pele e túnicas douradas, passa invariavelmente numa demonstração contra a dessacralização pelo café do dia de repouso judaico. "Shabbos!", eles entoam, usando a palavra em iídiche para o shabat. 
Judeus ultraortodoxos participam de protesto em Jerusalém contra o serviço militar obrigatório - Ronen Zvulun - 8.mar18/Reuters

Em um sábado recente, as funcionárias do estabelecimento revidaram, levantando as blusas e mostrando os sutiãs, na tentativa de afastar os religiosos conservadores.



O confronto refletiu uma tensão central em Israel sobre a própria natureza do Estado, fundado por sionistas seculares, mas com uma população ultrarreligiosa que está crescendo em tamanho e influência.

Essa tensão chegou ao primeiro plano no mês passado, prejudicando os esforços do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu para formar um novo governo e enviando um país atônito às urnas pela segunda vez neste ano.

Netanyahu precisava que duas facções concorrentes, a secular e a religiosa, formassem uma maioria governante no Parlamento, e elas ficaram num impasse sobre a legislação que propõe recrutar os ultraortodoxos para o serviço militar, como os outros judeus israelenses.

Os partidos ultrarreligiosos se opõem ao recrutamento, que acusam de ser uma tentativa de acabar com suas comunidades fechadas, colocando seus jovens em contato com a vida e os valores seculares.

Mas Avigdor Lieberman, o ex-ministro da Defesa ultranacionalista de Israel, fez da resistência à influência ultraortodoxa uma parte do apelo à sua base política de imigrantes seculares de língua russa.

Os aliados dele dizem que a questão do recrutamento faz parte de sua preocupação maior sobre uma comunidade minoritária que recebe benefícios sociais do Estado e deduções fiscais, enquanto contribui com menos que os demais israelenses.


Netanyahu foi recebido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em 25 de março. Reuters/Leah Millis

Netanyahu visita região da fronteira com o Egito, em Nitzana, em março. Reuters/Jim Hollander





Os ultraortodoxos, comunidade religiosa que inclui uma variedade de seitas, decidiram de modo geral se segregar da sociedade israelense como um todo para levar uma vida em que a observância religiosa é predominante. As influências externas, como filmes, internet e o convívio com israelenses seculares são desencorajadas, quando não proibidas.

Mas na democracia parlamentar fragmentada de Israel os partidos que representam os ultraortodoxos se tornaram politicamente decisivos nos últimos anos, elevando sua agenda e escavando um espaço na sociedade israelense que deverá crescer, segundo expectativas.

Para israelenses como Klil Lifshitz, 28, uma lésbica que abriu o Bastet há dois anos e meio com um corpo de garçonetes "superfeministas", em vez de debandar para Tel Aviv, como fez a maioria de suas amigas, o espaço cada vez menor para o secularismo é preocupante.

"Eles têm cada vez mais poder", disse ela sobre os ultraortodoxos. "Enquanto eles continuarem tendo o poder de formar coalizões e governos, basicamente vão conseguir o que quiserem."

Foi durante uma grande manifestação no mês passado, convocada pelos judeus ultraortodoxos em protesto pelo que chamam de dessacralização do shabat por Israel enquanto o país abrigava o concurso de música Eurovision, que as garçonetes decidiram marcar sua posição. Elas disseram que o objetivo era proteger suas mesas e dar uma opinião ideológica.

Desde então os ultraortodoxos pararam com sua marcha semanal.

"É uma vitória", disse Mira Ibrahim, uma funcionária do café que mostou o sutiã, embora tenha dito que a sensação de triunfo foi manchada por uma reação pesada da polícia às manifestantes, que deixou as garçonetes desconfortáveis.

Mas enquanto as moças do Bastet podem ter ganho um alívio temporário a batalha maior deverá crescer. Os ultraortodoxos, também conhecidos como haredim, formam apenas 12% da população, mas são o segmento de israelenses de mais rápido crescimento —as mulheres têm em média 6,9 filhos.

Nos primeiros tempos do Estado de Israel, muitos ultraortodoxos se opunham ao movimento sionista secular que o criou, temendo que ele erradicasse sua forma de judaísmo. Hoje eles estão aumentando seu poder no Parlamento israelense de 120 membros, onde recentemente ganharam 16 assentos, para promover e proteger seus interesses.

E não são só os ultraortodoxos que estão pressionando para que Israel seja governado pela lei religiosa. Na segunda-feira (10), Netanyahu rejeitou pedidos de seu aliado político Bezalel Smotrich, um judeu religioso, mas não ultraortodoxo, para que o sistema judiciário de Israel siga a lei judaica.

​"Israel não será um Estado halacha", tuitou Netanyahu, usando o termo para a lei judaica baseada no Talmude.

Um Estado religioso é o que Avraham Menkes, rabino ultraortodoxo, gostaria de ver, e para ele o recrutamento militar é uma ameaça à existência de sua comunidade. O serviço nacional, diz ele, é um "caldeirão cultural" destinado a pegar imigrantes judeus de diferentes culturas do mundo e lhes dar uma identidade uniforme.

Menkes chefia a Comissão para Salvar o Mundo da Torá, grupo que lidera protestos contra as iniciativas de recrutar membros de sua comunidade. Ele já foi preso dez vezes por seu ativismo. Na parede de seu apartamento em Jerusalém há uma foto de um protesto dois anos atrás. Um grupo de manifestantes está sentado agrupado nas ruas, de costas para o jato de um canhão de água da polícia.

"Eu estou aí em algum lugar", disse ele, explicando que estava agachado sob o paletó de seu terno preto, parte da tradicional vestimenta ultraortodoxa.
Alex Dvorkin, 21, uma das funcionárias do Bastet que mostrou seu sutiã durante a manifestação - The Washington Post/Loveday Morris

A questão do recrutamento chegou ao primeiro plano em 2017, quando a Suprema Corte de Israel decidiu que a isenção do serviço militar para os ultraortodoxos era ilegal e pediu que o Knesset elaborasse uma nova lei, mais igualitária (a maioria dos homens judeus em Israel tem de servir quase três anos, e as mulheres, dois.)

A isenção militar para os haredim existe desde o nascimento de Israel. Em 1949, o fundador do país, David Ben-Gurion, a concedeu a 400 estudantes de yeshivas [escolas religiosas], porque muitos estudiosos judeus tinham morrido no Holocausto. Desde então, os números incharam.

A questão do recrutamento instigou a raiva de muitos na população em geral, que considera que esses judeus religiosos não estão pagando a passagem. O emprego entre os homens ultraortodoxos é de apenas 50%; muitos preferem o estudo religioso. O governo os apoia com deduções fiscais e grandes pagamentos de benefícios sociais.

"Os israelenses que servem no Exército e trabalham duro para ganhar a vida dizem que eles são parasitas e vivem do dinheiro que recebem do governo, e nossos impostos estão sendo usados para isso", disse Carlo Strenger, professor de filosofia e psicologia na Universidade de Tel Aviv, que afirmou que Israel está sendo dilacerado por esse medo e ressentimento.

Ele afirma que uma estrutura federativa, que dê aos ultraortodoxos e aos cidadãos árabes de Israel um modo de viver sem se sentir ameaçados, pode ser a resposta.

Lieberman deu prioridade a aprovar a nova lei de recrutamento, que define quotas para os ultraortodoxos e multa as escolas religiosas que não as cumprirem.

Aryeh Vishnevetsky, porta-voz do partido de Lieberman, o Israel Nossa Casa, disse que o tratamento igual é uma questão de princípio. Ele disse que por isso o partido também exigiu que os tribunais rabínicos ultraortodoxos eliminem a exigência de que alguns imigrantes russos façam testes de DNA para provar sua origem judaica.

Essas preocupações fazem parte do objetivo mais amplo de resistir a exigências ultraortodoxas que se impõem à vida secular, como que os supermercados fechem aos sábados, segundo pessoas próximas a Lieberman.

Mas eles dizem que não estão tentando mudar como os religiosos levam sua vida.

"Não queremos transformar ninguém numa pessoa secular", disse Vishnevetsky, acrescentando que é mais fácil os haredim encontrarem trabalho depois do serviço militar.

No entender de Menkes, porém, todos os jovens haredim que são recrutados perdem a religião. Mais recentemente, seu sobrinho aboliu o quipá depois do serviço militar. "Ele foi para os militares como um haredi", explicou Menkes. "E agora diz que descobriu o mundo."

Em uma loja de esquina na mesma rua do bairro Shmuel Hanavi, em Jerusalém, Haim, 26, contou que serviu nos militares contra a vontade de sua família ultraortodoxa.

Embora ele ainda use um quipá preto e o uniforme preto e branco dos haredim, disse que na verdade hoje é ateu. Haim, cujo sobrenome não é publicado para que ele possa falar à vontade sobre suas crenças religiosas, disse que se tornava cada vez mais secular já antes de entrar no serviço militar.

Mas, disse ele, para muitos ultraortodoxos que buscam uma saída, o Exército oferece uma.

"É um portão para sair da comunidade. Os rabinos aqui têm medo que as pessoas se conectem com pessoas de fora", disse ele. "O Exército é um desses lugares. Elas se misturam com pessoas seculares."

Haim terminou o serviço há um ano e meio e recentemente voltou para casa por "motivos econômicos". Encontrar trabalho pode ser difícil para os que deixam a comunidade, porque a escolaridade se concentra em estudos religiosos. Sua família permitiu que ele voltasse sob certas condições, disse ele. Uma é como se veste.

Haim disse que muitos em seu bairro estão irritados com Lieberman. Eles o culpam por provocar uma disputa religiosa em busca de poder ou uma vingança pessoal contra Netanyahu.

Mas depois da posição de Lieberman sobre o recrutamento Haim disse que hoje pensa em votar nele.

Embora muitos fora de Israel vejam seu conflito com os palestinos como a principal luta do país, Haim disse que vê o choque entre seus dois mundos —religioso e secular— como o mais perigoso, e que deverá crescer no futuro conforme a população ultraortodoxa aumenta.

Ele prevê que Israel atingirá um ponto de inflexão quando o equilíbrio entre as comunidades judias não será mais sustentável, e os judeus seculares começarão a deixar o país por se tornar muito restritivo.

"Em algum ponto ele vai se quebrar", avisou o jovem.




Tradução de Luiz Roberto Mendes Gonçalves

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

"“O deputado Amir Ohana é um jurista que conhece perfeitamente o sistema judiciário”, diz o comunicado oficial que anuncia sua nomeação. É a primeira vez na história do país que uma pessoa abertamente gay chega a um cargo ministerial no país. Ohana, de 43 anos, é filho de judeus que imigraram do Marrocos e foi eleito deputado em 2015. Ele é casado e teve dois filhos com seu companheiro com a ajuda de uma barriga de aluguel. O casamento gay é legal em Israel. O país é considerado um país pioneiro na defesa dos direitos de gays e lésbicas," - ESSA É A PARTE BOA DA HISTÓRIA. - CUIDADO AMIGO AMIR OHANA: NÃO DEIXE A MANIPULAÇÃO POLÍTICA DESTRUIR SUA HUMANIDADE. TODOS PRECISAMOS DO SER HUMANO QUE VOCÊ É, E NÃO DO PEÃO QUE TALVEZ NETANYAHU QUEIRA NO TABULEIRO DELE. AVANCE PARA SE TORNAR PRIMEIRO MINISTRO DE UM ISRAEL PARTE DE UM GRANDE ISRAEL POIS NESTE CASO IEHOUAH TSEVA'OT SERÁ CONTIGO.


Bom, parabéns Netanyahu!
Bem faz em recorrer ao equilíbrio dos direitos universais. 
Infelizmente não pode com isso apagar as responsabilidades.
E tampouco desmerecer o Tsahal defendido por Lieberman.
A ultra ortodoxia não pode desprezar o Grande e Uno Israel.
Bem e mal estão diante de cada um de e também de todos nós.
Iehouah Tsevaot Yehowah Dos Exércitos é Nosso Líder e Torah.
Busque o Grande Israel com pessoas de todos gêneros e noções.
A sua oportunidade está estendida: seja ser humano, e aja logo.

https://veja.abril.com.br/mundo/netanyahu-nomeia-politico-homossexual-para-ministerio-da-justica-de-israel/

Netanyahu nomeia político homossexual para Ministério da Justiça de Israel
Amir Ohana será o primeiro ministro abertamente gay do país; membro do Likud, político apoia projeto de lei que beneficiaria premiê
Por Da Redação
access_time6 jun 2019, 13h43 - Publicado em 6 jun 2019, 12h37more_horiz

Amir Ohana: Israel é considerado um país pioneiro na defesa dos direitos de gays e lésbicas (Desiree Navarro/WireImage/Getty Images)

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, nomeou nesta quarta-feira 5 o deputado do Likud Amir Ohana, abertamente homossexual, para assumir o Ministério da Justiça.

“O deputado Amir Ohana é um jurista que conhece perfeitamente o sistema judiciário”, diz o comunicado oficial que anuncia sua nomeação. É a primeira vez na história do país que uma pessoa abertamente gay chega a um cargo ministerial no país.


Ohana, de 43 anos, é filho de judeus que imigraram do Marrocos e foi eleito deputado em 2015. Ele é casado e teve dois filhos com seu companheiro com a ajuda de uma barriga de aluguel.

O casamento gay é legal em Israel. O país é considerado um país pioneiro na defesa dos direitos de gays e lésbicas, embora a homossexualidade continue sendo um tabu em meios religiosos, importantes parceiros do governo de Benjamin Netanyahu.

terça-feira, 4 de junho de 2019

Um monumento vivo aos 50 anos do Orgulho LGBTQIA+


Orgulho de Ser LGBTQIA+

Uma celebração do passado, presente e futuro da comunidade LGBTQIA+

Um monumento vivo aos 50 anos do Orgulho LGBTQIA+

Com o apoio do Google.org, o Centro Comunitário LGBT de Nova York investiu na preservação da história LGBTQIA+ para as gerações futuras. Com esse objetivo, a entidade transformou o Monumento Nacional de Stonewall, na cidade de Nova York, em uma experiência digital que pode ser acessada por qualquer pessoa no mundo inteiro.
Stonewall Forever é o resultado do trabalho do Centro Comunitário LGBT. O projeto é um monumento vivo em homenagem ao Orgulho LGBTQIA+ que leva a diversidade das vozes da era de Stonewall às milhões de pessoas que fazem parte da comunidade LGBTQIA+ nos dias de hoje. O monumento exibe artefatos históricos digitalizados e histórias orais que retratam o início do movimento. Há também um documentário de curta-metragem de Ro Haber que destaca histórias inéditas da comunidade LGBTQIA+, assim como fotos e mensagens de pessoas do mundo todo.
Acesse o Stonewall Forever on-line e adicione seu próprio relato ao monumento digital para fazer parte da história viva da comunidade LGBTQIA+. Se você estiver no Christopher Park, em Nova York, veja o monumento ao vivo com um app de realidade aumentada (RA), que também pode ser usado em qualquer outro lugar do mundo para uma visita virtual.

O início do Orgulho LGBTQIA+

Em 28 de junho de 1969, o Stonewall Inn foi invadido pela polícia da cidade de Nova York, cena comum para quem frequentava bares da comunidade LGBTQIA+ na época.1 Porém, naquela noite, em vez de ceder, um grupo de pessoas corajosas resolveu enfrentar a força policial. Foram cinco noites de protestos pelos direitos LGBTQIA+, que deram início aos 50 anos de movimento do Orgulho LGBT.
Depois desse episódio, organizações de direitos LGBTQIA+ começaram a surgir nos EUA e no mundo inteiro. Nos dias 27 e 28 de junho de 1970, relembrando o incidente no Stonewall, as primeiras paradas do Orgulho LGBT aconteceram em Nova York, Los Angeles, São Francisco e Chicago.2
Para celebrar a história do movimento, o Google está lançando o Orgulho De Ser, uma campanha que tem como principal objetivo contar a história LGBTQIA+ com nossos usuários. Os últimos 50 anos do movimento pelos direitos LGBTQIA+ foram marcados por muitos sucessos, mas também alguns tropeços - e ainda há um longo caminho pela frente. Mas o legado de Stonewall continua vivo em todas as reivindicações, todas as lutas, todas as vitórias e todas as marchas do movimento.
Hoje, as paradas do Orgulho LGBT acontecem em 174 cidades de 46 países,3 mantendo vivo o legado dos fundadores do movimento há 50 anos. Neste ano, Googlers de 51 locais do mundo todo participarão de paradas do Orgulho LGBT para celebrar o passado, o presente e o futuro da igualdade LGBTQIA+.

A situação do Orgulho LGBTQIA+

Casamento homossexual

Legal em 28 países
Ilegal em 167 países4

Mudança de gênero no registro civil

Legal em 90 países
Ilegal em 20 países5

Proteção contra a discriminação de pessoas LGBTQIA+

Legislação em 52 países
Nenhuma proteção em 143 países6

Serviço militar para pessoas abertamente LGBTQIA+

Legal em 175 países
Ilegal em 20 países5

Criação de ONGs LGBTQIA+

Legal em 168 países
Ilegal em 25 países7

Constituições que protegem as minorias sexuais

Garantia explícita de tratamento igual em 5 países
Sem garantias em 188 países8

50 anos da história LGBTQIA+

50 anos da história LGBTQIA+



O que significa LGBTQIAP+?

LGBTQIAP+ é uma sigla que significa Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando, Intersexo, Assexuais/Arromântiques/Agênero, Pan/Poli, e mais.

Lésbicas e pessoas gays são pessoas que sentem atração pelo mesmo gênero, e por pessoas que consideram seus gêneros parecidos. Lésbicas são sempre mulheres, ou pessoas não-binárias que se alinham com o gênero feminino de alguma forma. Gays historicamente eram homens, mas hoje em dia, é também aceito que mulheres ou pessoas não binárias utilizem a palavra gay para se identificarem como pessoas que sentem atração pelo mesmo gênero e por pessoas que se consideram de gêneros parecidos.

Pessoas bi são pessoas que sentem atração por dois ou mais gêneros.

Pessoas transgênero, ou trans, são pessoas cujo gênero designado ao nascimento é diferente do gênero que possuem. Mesmo assim, nem todas as pessoas que se encaixam nesta definição se identificam como trans; como é o caso de certas travestis, de certas pessoas não-binárias e de certas pessoas que não vivem em culturas onde só existem dois gêneros. De qualquer modo, qualquer pessoa que não é cis – ou seja, qualquer pessoa cujo gênero designado ao nascimento é diferente do gênero que possui, ou cujo gênero não pode ser traduzido adequadamente para a nossa sociedade como homem ou como mulher – é bem-vinda na comunidade, por causa da comunidade trans.

Queer é um termo vago, que muitas vezes foi e ainda é utilizado como termo pejorativo em países de língua inglesa. Significa, basicamente, “estranhe”. Algumas pessoas definem sua orientação como queer, por não quererem/saberem defini-la e ao mesmo tempo não serem hétero; algumas pessoas definem seu gênero como queer, ou como genderqueer (“gênero queer”), por não quererem/saberem defini-lo além de “nem homem, nem mulher”, ou por desafiarem as normas de ser homem ou mulher.

Questionando significa que a pessoa não sabe qual é sua identidade. A pessoa pode estar questionando sobre alguma(s) identidade(s) específica(s): uma mulher pode estar questionando entre bi e lésbica, não sabendo se realmente sente atração por gêneros além de mulher, enquanto outra pessoa diz que está questionando ser bi porque não tem certeza se é mas é a única coisa que parece encaixar no momento. A pessoa pode também simplesmente definir seu gênero ou orientação como questionando, porque não faz ideia de onde se encaixa.

Pessoas intersexo são pessoas que, congenitamente, não se encaixam no binário conhecido como sexo feminino e sexo masculino, em questões de hormônios, genitais, cromossomos, e/ou outras características biológicas.

Pessoas assexuais são pessoas que nunca, ou que raramente, sentem atração sexual. Pessoas arromânticas são pessoas que nunca, ou que raramente, se apaixonam.

O A na sigla inclui tanto estas orientações como todas as do espectro assexual e as do espectro arromântico, que incluem orientações como quoissexual (alguém para quem o conceito de atração sexual não faz sentido), akoirromântique (alguém que não consegue continuar apaixonade uma vez que a outra pessoa também está apaixonada pela pessoa akoirromântica), e grayssexual (alguém que raramente sente atração sexual).

Pessoas agênero não possuem gênero.

Pessoas pan sentem atração por todos os gêneros, ou independentemente do gênero. Pessoas poli sentem atração por muitos gêneros. (Falo aqui de pessoas polissexuais/polirromânticas; não confundir com poliamor, que é ter mais de ume parceire num relacionamento sério.)

O + está ali para pessoas não-cis que não se consideram trans, e por todas as outras orientações que não são hétero. Por exemplo, pessoas cetero são pessoas não binárias que só sentem atração por outras pessoas não-binárias, pessoas omni sentem atração por todos os gêneros (algumas pessoas se dizem omni e pan; outras utilizam omni para evitar a conotação de “atração independentemente de gênero”), e pessoas abro possuem atração que muda constantemente (uma pessoa abrossexual pode ser gay em alguns momentos, assexual em outros, e pansexual em outros, por exemplo). Existem múltiplas possibilidades de orientações, e não é prático incluir cada uma na sigla.

Mesmo assim, dependendo do grupo ou da pessoa, é possível que retirem algumas letras, ou que adicionem outras, como N de não-binárie, O de omni e/ou D de demi.

Como nem todas as pessoas contam pessoas assexuais, arromânticas, intersexo, pan ou poli como “reais” ou como “marginalizadas o suficiente para serem LGBT”, é bom deixar claro que aqui estas identidades são aceitas; por isso que não resumimos a sigla em LGBT ou em LGBT+.

Alternativas inclusivas:

Algumas pessoas utilizam o termo comunidade queer. No entanto, como queer é uma palavra com conotação pejorativa e isso pode deixar pessoas traumatizadas com o termo desconfortáveis, não é uma expressão mundialmente aceita. Além disso, o termo é vago, o que faz com que fique fácil de excluir pessoas intersexo, assexuais e arromânticas da comunidade.

NHINCQ+, pronúncia “nhin-que mais”, significa Não-Hétero, Intersexo, Não-Cis, Queer e mais identidades relacionadas. Esta sigla tem o objetivo de ser o mais inclusiva possível, mas sem depender da adição de novas letras. O problema principal, além da falta de popularização, seria a centralização em características que as comunidades não são (cis, hétero) ao invés do que são (lésbicas, assexuais, trans, etc). A sigla tenta contornar isso pelo uso de queer (uma identidade que centraliza o que alguém é) e pelo +, mas muitas pessoas podem não ficar contentes com isso. Caso alguém queira saber mais, existem os links desta página.

PITOM (Pessoas Intersexo, Trans, e/ou de Orientações Marginalizadas) pode ser uma alternativa. Esta é uma adaptação melhorada de MOGAI (Marginalized Orientations, Gender Alignments and Intersex, ou, em português, Orientações Marginalizadas, Alinhamentos de Gênero e Intersexo); algumas das reclamações em relação a MOGAI são que intersexo não parece encaixar bem com os outros termos utilizados, e que Alinhamentos de Gênero pode não ser a melhor expressão para incluir pessoas trans e não-binárias. PITOM cobre estes problemas, sua única falha é não incluir bem pessoas que não são cis, mas que não querem se chamar de trans.

Outros termos acabam sendo vagos demais, ou exclusionários; SAGA (Sexuality And Gender Alliance; Aliança de Sexualidade e de Gênero) não inclui pessoas intersexo, não deixa claro que só estamos falando de um grupo oprimido, e não inclui pessoas que poderiam ser oprimidas por orientações românticas. GSRM (Gender, Sexuality and Romantic Minorities; Minorias de Gênero, Sexuais e Românticas) foi uma sigla originalmente feita por alguém que queria incluir parafilias (como pedofilia e necrofilia) em “minorias sexuais”, fora que exclui pessoas intersexo e não deixa claro quem conta como minoria de gênero.

Por fim, temos Q(U)ILTBAGQueer, Undecided (não decidide), Intersexo, Lésbica, Transgênero, Bi, Assexual/Arromântique/Agênero, Gay: Alternativa para LGBTQIAP+., uma alternativa pronunciável a LGBTQIA+ (o P não está presente, e o U é de enfeite ou com o significado de undecided; alguém que não decidiu sua identidade). É um termo ok, especialmente se considerar que é raro alguém realmente excluir pessoas pan/poli da comunidade se não excluem pessoas bi, mas é desconhecido demais.